Sônia de Fátima Machado Silva ( eu)

 

    


      
  








1.       Sônia de Fátima Machado Silva ( eu)

 

Eu em três fases: com 9 anos ( 1972), com  22 anos ( 1985) e com 61 anos ( 2025)


Sônia de Fátima Machado Silva (eu), segunda filha de Acenion e Tereza nasci no dia 03 de novembro de 1963, um domingo, no casarão de meus avós paternos, Fortunato e Valdomira, à Rua Artur Bernardes- 515.  Nasci de parto normal ou natural com a ajuda de uma enfermeira parteira. Papai tinha 24 anos e mamãe 19 anos. Fui batizada em 08 de novembro de 1963, uma sexta-feira, na Igreja São Sebastião em Coromandel, Minas Gerais por Padre Lázaro de Meneses, sendo padrinhos o vovô Aristeu Machado Rocha, pai de minha mãe e Conceição Machado, irmã de minha mãe. 

Eu me casei com Narcísio José da Silva no dia 16 de junho de 1990, um sábado, na Igreja São Sebastião em Coromandel, Minas Gerais, tendo recebido as bênçãos do matrimônio através do Padre Rui César de Mendonça. Narcísio, meu esposo, nasceu no dia 29 de outubro de 1965, uma sexta-feira. Ele foi várias coisas ao longo de sua vida, desde servente de pedreiro, marceneiro, madeireiro e músico. Ultimamente ele é considerando incapaz por ser portador da doença Ataxia Cerebelar, adquirida por ser alcoólatra e que o impede de andar.Sobre esse assunto geralmente não falo, pois ainda carrego um trauma muito grande. Se algum dia eu conseguir superar, ainda escreverei sobre o assunto. Até sonho em escrever um livro contando esse episódio. Mas no momento é algo que prefiro que fique engavetado já que não tem como a gente fazer uma lavagem na memória. Enfim...

  

Narcísio, meu esposo, antes de ficar com dificuldades de locomoção. Detalhe com sua banda de música sertaneja " Fascynius". Antes de 1999.

    


      
  








 

Algumas fases de mim e Narcísio meus esposo

 


A esquerda, ano de início do namoro ( 1986). A direita, dia do noivado ( 1989)


Casamento em 1990



1997 e 2023



Quando bebê, eu tive como babá o garotinho negro Pelé. A pedido da mãe, meu pai o levou para viver com a gente na roça. Segundo a mãe do menino, na cidade ele corria o risco de se perder com más companhias. Então ele cuidava de mim bebê, embalando-me naquelas antigas redes penduradas no teto para mamãe cuidar dos afazeres. Depois de maiorzinha, ele ainda brincava comigo e minha irmã Célia pelas hortas. Fazia canoas de buriti para a gente brincar no rego d’água...   Com uns doze anos ou mais ele preferiu buscar outros rumos em outras fazendas.
    Com seis meses eu sofri bronquite e acho que sobrevivi graças a preocupação e amor da pequena irmã Célia, que ainda com dois aninhos não saía de perto da rede tentando abrir meus olhinhos, com receio de que eu a deixasse sozinha. Até 10 anos de idade ainda sofri consequências da bronquite. Só fui curada graças aos xaropes de erva lagarta que mamãe fazia para mim     e eu tomava com manteiga de galinha bem quente. 
     Com 6 anos eu passei a ir à escola com minha irmã Célia Maria, e por esse tempo já morávamos na fazenda perto do rio Paranaíba, a Fazenda da Croa. A distância de casa à escola, era talvez, uns 5 km e as duas pequenas meninas tinham que atravessar córregos e mais uma vez Célia Maria me protegia, carregando-me nas costas para atravessar o córrego, que em épocas de chuvas, as corredeiras eram mais ligeiras e poderiam me levar. A escola era um casebre de adobe e carteiras de tábuas fincadas no chão. Eu amava ir para escola. Só mantinha distância de um pé de gameleira que tinha por perto, pois diziam-se que era mal-assombrada, como diziam-se também ser mal-assombrada, uma porteira pela qual tínhamos que passar. A gente passava de olhos fechados e correndo. Mas já teve casos reais de passarmos aperto, quando um dia nos encontramos pelo caminho com um andarilho. Esses andarilhos eram chamados naquele tempo de trouxudos, pois carregavam trouxas nas costas e eram bem sujos. A gente estava voltando da escola à tarde com nossos colegas de sempre, Djalma, Fatinha, Romão e Luzia. Foi cada um por si e perna para quem tem. Corremos até a casa de Romão e Luzia que ficava na metade do caminho e o pai deles que era compadre de meus pais, foi levar eu e minha irmã Célia em casa. Por esse tempo eu era só ossos de tão magrinha, pois andava bastante.

Nessa época eu ainda estava na fase de aprender o alfabeto, e mesmo sem ainda saber formar palavras, aprendi a ler jornal de tanto folheá-lo para descobrir o que estava escrito lá, o que considero até hoje um milagre. 

 Essa escola depois se transferiu para um casebre de pau-a-pique e folhas de buriti, no lugar que chamamos hoje de Cruzeirinho da Serra. Até que em 1971 ou 1972, a escola finalmente foi transferida para uma construção de tijolo, com varanda e cantina. Foi lá que aprendi a gostar de poesias, pois a gente já estudava Literatura e tínhamos o Livro “As mais belas poesias” de Lúcia Casassanta.  Mas não foi só isso, pois a culpa maior foi da professora Olga que me fez decorar oito poemas para declamar na festinha das mães. Um dos poemas tinha doze estrofes, que declamei durinha lá na frente diante da plateia, sem errar nada e segurando um buquê enorme de rosas vermelhas que depois entreguei à mãe Tereza. O nome do poema era “Flores para mamãe”. A fama correu e tio Bertinho, irmão de papai, me fez declamar o tal poema, um dia na cozinha do velho casarão. Então ele gravou em um gravador que ele tinha e que era novidade naquele tempo. 

 

Ruínas da Escola Municipal Oliveiros Aguiar,  na Zona Rural da localidade de Marques, Coromandel, Minas Gerais, onde cursei o 2º e 3º ano primário. Interessante pensar que nesse lugar aprendi a amar a poesia, Cecília Meireles, Olavo Bilac e Tiradentes, que mais de cinquenta anos depois descobri ser meu 7º tio-avô 

 

No mesmo ano de 1973, se não me engano, fui dama de honra do casamento de Terezinha, irmã de meu pai. No ano seguinte, 1974, já com 10 anos de idade, fui dama de honra do casamento tio Bertinho, irmão de meu pai.

 

Eu a direita com 9 anos, como dama de honra de meus tios Teresinha Glaúcia ( já falecida) e Cleumildo Francisco. 1972. A esquerda, minha prima Celma, também como dama de honra


Eu como dama de honra de meus tios Adalberto(Bertim) e tia Luzia. 1973



Com 12 ou 13 anos de idade, eu escrevi meu primeiro poema em um pedaço de papel de embrulhar pão e inspirada em um poema de um jornal. Depois, já com 21 anos, fiz mais algumas poesias aproveitando aquelas antigas máquinas de escrever. Após o ano de 2005, com a tecnologia já em ascensão e eu com mais de 40 anos de idade, peguei pesado nessa forma de arte que me rendeu 17 ou 18 volumes de livros publicados na Editora Clube de Autores e mais outras participações em 19 Antologias pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores do Rio de Janeiro, e foi quando ganhei alguns certificados e medalhas de honra como escritora de destaque. Em 2024 já com 60 anos de idade, participei de um Edital da Prefeitura Municipal de Coromandel, Minas Gerais, tendo meu projeto aprovado, publiquei o Livro ”Prosas & Versos” com recursos da Lei Paulo Gustavo. O projeto foi apresentado em escolas e instituições, onde os livros impressos foram entregues em doação como uma forma de incentivar a leitura.
 

Eu fiz a quarta série em 1974 na Escola Egídio Machado cidade de Coromandel, Minas gerais e por esse tempo morei no casarão dos avós paternos. Depois da quarta série, o meu destino era voltar para a roça. Mas eu amava estudar e queria continuar, porém, meu pai não queria, pois era bem difícil ficar na casa dos outros. Mas eu dei birra e chorei muito. Foi então que Tia Fiíca, irmã do papai, intercedeu por mim e eu fiquei na casa dela por um ano.  Fiz então a quinta série, um tempo bem diferente para mim, pois cada matéria tinha um professor. Eu achava isso incrível. Mas quando terminou o ano, não teve jeito, meu pai exigiu minha volta para a roça. Tristemente fui. Porém, quatro anos depois voltei para a cidade, já com 16 anos para cuidar de meu irmão Adilsom que continuaria os estudos.

Como já tinha me acostumado na roça, fui embora chorando na carroceria de um caminhão que buscava leite nas fazendas. Já não queria mais saber de cidade. Doía-me deixar tudo para trás. Eu e meu irmão ficamos morando só nós dois naquele velho e imenso casarão, pois nessa época meus avós paternos se mudaram para Uberlândia. Eu que na roça vivia cantando, calei minha voz. Meu passatempo, além de cuidar de meu irmão e da casa, era ler, pois descobri a Biblioteca da Prefeitura que ficava do lado de cima da Igreja São Sebastião. Isso depois de esgotar a leitura dos livros de Faroeste de meu tio Donizete que encontrei em uma caixa no porão. Se antes eu achava o porão sinistro, agora ele era minha biblioteca.

No ano seguinte minha irmã Nária Regina se juntou a nós no casarão. Por esse tempo, minha Tia Vanilda que morava ao lado do casarão, incomodada com o fato de eu não estar estudando, conseguiu uma vaga no período noturno na Escola Estadual Joaquim Botelho, e então fiz a sexta série. Porém em 1982, voltei novamente para a roça, iludida em se casar. Contudo, foi tudo por água abaixo, já que meu suposto futuro marido me trocou por uma professora. Eu era uma simples menina tímida e não fui páreo para a moça culta. Então inventei de voltar a estudar. Assim em 1983, aproveitei as apostilas do supletivo de primeiro grau de minha irmã Célia Maria e me dediquei a ler as mil lições duas vezes cada. Depois fiz as provas em Patos de Minas, Minas Gerais. De posse de meu diploma, estava pronta para seguir em frente. 
 



Minha turma do 4º ano primário em 1974. eu estou perto da menina de chapéu, mais ou menos no centro da foto

 

No final de 1983, eu e meus irmãos nos reunimos em círculo debaixo de um pé de Eucalipto na fazenda. Uma reunião extraordinária onde decidimos por unanimidade voltar para a cidade para seguir estudos e buscar outros rumos na vida. Meu pai, embora contrariado, não se opôs, por que a gente tinha o apoio de mamãe.

 De 1984 a 1986, para manter os estudos, eu trabalhei como balconista de supermercado, costureira em casa e em salões de costura e como estagiária na Caixa Econômica Federal, estágio que terminou em março de 1986. Em 1986, terminado o estágio na Caixa, comecei a trabalhar em uma casa de Peças para caminhões e tratores (COPEVE) como auxiliar administrativa, onde fiquei por 33 anos até me aposentar em 2018. 


 
Lugar onde trabalhei por 33 anos até me aposentsar


 Em 1984, quando eu e meus irmãos viemos para a cidade, exceto minha irmã Suelene que estava de casamento marcado, cursei Técnico em Contabilidade na Fundação Educacional de Coromandel, hoje Escola Estadual Alírio Herval, obtendo o diploma de contabilista em 1986 com 23 anos de idade, porém nunca exerci a profissão.  Já depois dos 40 anos de idade, cursei Pedagogia, de 2007 a 2011 pelo sistema EAD (Ensino à distância) e UAB (Universidade Aberta do Brasil) através da Universidade de Juiz de Fora. Mas nunca exerci a profissão de Pedagoga também, exceto quando cobri algumas licenças de minha irmã Célia Maria há muitos anos atrás na escola rural.

 

    


      
  








 

Imagens de meus percursos acadêmicos

 

 

Minha colação de grau 4º ano Primário- 1974



Formatura em Técnico em Contabilidade em 1986

 

 

 

Minha colação de grau em Pedagogia- 2011

 

 

Minhas colegas de Pedagogia e tutores

 

Bem, de 2016 a 2017, com 54 anos de idade, fiz pós-graduação em Mídias na Educação, também através da EAD (Ensino à distância) pela Universidade de Juiz de Fora. Apesar de todos esses estudos, nunca trabalhei na área como já disse, preferindo continuar como auxiliar administrativo. Mas foi um tempo em que aprendi muito, inclusive a ser menos tímida. Vale frisar que todo meu processo de estudos aconteceu de forma tardia depois do primário.

 

    


      
  








Link e vídeos relacionados ao meu curso de Pós graduação em Mídias na Educação : vídeo da justificativa da escolha do tema do TCC,  criado como requisito do curso e  2º vídeo, apresentação e defesa do TCC em 2018.

 

👉 Acesso para o site que criei como requisito para a pós-graduação em Mídias na Educação 

 

 



 
 

 

Algum tempo depois de aposentada, tomei posse como Conselheiro Municipal de Cultura, da Prefeitura Municipal de Coromandel, Minas Gerais, para o biênio 2023-2025, que findo, tomei posse novamente para o biênio 2025-2027. Ressaltando que a função de um Conselheiro de cultura é atuar na formulação, acompanhamento e fiscalização das políticas culturais do município, buscando, por exemplo a democratização, universalização e descentralização da cultura, participando, inclusive da elaboração do Plano Municipal de Cultura.

 

Turma de Conselheiros Municipal de Cultura de Coromandel, Minas Gerais. eu da esquerda para a direita, sou a terceira


Nos dias atuais também sou membro da Pastoral de Saúde da Paróquia Sant’Ana de Coromandel, Minas Gerais, mas dedico a maior parte do tempo a ler e escrever, o que faço diariamente, além de cuidar de meu esposo Narcísio que não anda sozinho em razão de uma Ataxia Cerebelar provocada pelo alcoolismo. E também costuro, faço tricô e crochê e cuido de algumas folhagens. Essas coisas de quem já está descambando. 

 

Alguns membros da Pastoral da Saúde da Paróquia Sant'Ana de Coromandel, Minas Gerais. Eu sou a segunda da direita para a esquerda. Imagem em um dia de missa na Casa de Repouso São Vicente em Coromandel, Minas Geraiss

 
 

 Abaixo, vídeo de apenas uma parte das coisas de artesanato que vivo fazendo depois que me aposentei

 


 

 Como já foi dito antes, eu, Sônia de Fátima Machado Silva casei-me com Narcísio José da Silva em 16 de junho de 1990. Ele com 24 anos, eu com 26 anos. Não tivemos nenhuma descendência. Isso significa que nossa história termina em nós, o que nem justifica estar falando tudo que falei, afinal não terei netos, bisnetos...  Na verdade, eu considero a história de minha vida o máximo. Foi muita superação, muito aprendizado... E muita poesia... E só tenho que agradecer a Deus por tudo. Escrever um resumo de minha vida me faz mergulhar em mim mesma e me rever, me entender, me conhecer... Enfim... Quando superar alguns traumas, talvez eu escreva sobre eles, no caso, a experiência do alcoolismo de meu esposo, um tema que pode ajudar outras pessoas. 

Ah, Esqueci de contar que quando mais menina ainda, gostava de desenhar, mas como nunca tentei me aprimorar, foi um dom que se evaporou. Desenhava casas, rostos de pessoas, histórias em quadrinhos...  Abaixo alguns dos desenhos que conseguiram se manter intactos.

 

A esquerda, desenho de um rosto qualquer e à direita, Charlie Chaplin que amo


 
    


      
  








Algumas imagens, links  e vídeos de minha relação com a Literatura

 

1: Resumo da apresentação do Projeto "PROSAS & VERSOS" 1º vídeo. Para ouvir o livro " Prosas & versos" narrado, acesse o 2º vídeo:

 


 


 

  2: Para ter acesso a tudo que escrevo, acesse o ícone do Recanto das letras abaixo:

 

  

 3: Acesso para meus Aúdiolivros no youtube : " Foi o vento" e " Eu e eles".

 


 


 

2: Outras imagens de minha relação com a literatura 

Divulgação de meu Projeto " PROSAS & VERSOS" no jornal Coromandel- 2024 

 

Meus livros publicados na Editora Clube de Autores de 2014 a 2025

 

Antologias de Contos e Poesias da CBJE( Câmara Brasileira de Jovens Escritores do Rio de Janeiro), das quais participei

 

A esquerda certificado de qualidade literária e medalha com autor de destaque e à direita, certidão a condição de autor literário com comprovada e importante atuação nas Artes Literárias Brasileiras, concedido pela Câmara Brasileira de jovens Escritores do Rio de Janeiro e Outras Instituições

 
    


      
  








Imagens e links de alguns momentos marcantes de minha vida

 

👉 Minha entrevista para o Instagran da Rádio SUPER 95 FM 


👉Entrevista em 2014 para a Radio Super 95 FM, por ocasião do lançamento de meu primeiro livro ( 101 Sonetos de amor)


 

O dia em que fiz 60 anos- 2023


 
Eu na ilha do velho Rio Paranaíba- Lugar de infância

 
Eu a a natureza- lugar de infância


 

Participação em Roda de Conversa na Casa da Cultura. Da esquerda para a direira o escritor e produtor de eventos Jaime Resende, escritor Paulo Tarabal, eu, minha prima e escritora Messônia, professor e jornalista Wagner, escritor Marcelo Aguiar e a diretora de cultura Hélia Francinet


Eu a direita, com integrantes do Grupo AMOR EXIGENTE,  um evento em Patos de Minas, Minas Gerais. Participei desse grupo por um ano, quando meu esposo ficou internado em uma clínica de reabilitação de dependentes. Frisando que esse grupo me ajudou a superar pelo menos um pouco de minha coodependência com relação ao alcoolismo de meus esposo


Eu a esquerda com alguns participantes da OFICINA DE ORAÇÃO E VIDA da Igreja Católica de Coromandel, Minas Gerais. Nessa oficina aprendi várias formas de rezar que muito me ajudaram ao longo da vida. Essa imagem refere-se ao último dia da oficina que chamamos de " Deserto". 2018


 
Debate de um dos livros de Dr. Sebastião, médico, político e escritor Coromandelense.  Livro " Minha Terra, Minha Gente". O debate foi realizado na Casa da Cultura, no dia 25 de julho de 2025, dia do Escritor. Fiz parte da mesa do debate juntamente com outros três escritores Coromandelenses: Vicente da esquerda para a direita, eu, Paulo Tarabal e Jaime Resende.  

 
 
Eu recebendo das mãos de minha colega Isabel, a placa como aluna destaque do curso de graduação em Pedagogia pela UFJF- Polo Coromandel, E como oradora da turma. Esses eventos foram na Colação festiva em outubro de 2011 em Coromandel, Minas Gerais. A colação de grau oficial foi em Juiz de Fora, Minas Gerais.

 
 
 
Meu primeiro Encontro de Jovens  do Grupo de Jovens NOVA ESPERANÇA, do qual fiz parte quando jovem e alguns anos depois de casada, eu e meu esposo, fomos tios desse grupo. Eu em pé de braços cruzados da direita para  a esquerda. Um encontro marcante... Não me recordo o ano

 
 
 
 
 
Meu segundo encontro de Jovens do Grupo de Jovens Nova Esperança. Não recordo o ano. Eu primeira à direita, terceira fileira de baixo para cima

 
 
 
 
Encontro do Grupo de \jovens Nova Esperança- Nessa época eu e meu esposo já casados, éramos tios do grupo. Meu esposo o primeiro a esquerda. No momento dessa foto, eu não estava presente, pois estava no trabalho. Nessa época éramos também tios do Grupo de Jovens MAC, mas não tenho fotos dessa turma.

 
 
Grupo de uma gincana para arrecadar alimentos para o seminário. Essa era minha turma e de meu esposo " GRUPO REVELAÇÃO" e ficamos em segundo lugar. Foi um dia especial no Poliesportivo, onde valia como requisito para a vitória, a quantidade de alimentos arrecadados dias antes e o desempenho nas apresentações no poliesportivo, como danças, teatro. O ano não me recordo, mas foi antes de 1999. Eu sou a segunda da esquerda para a direira e meu esposo o terceiro, na fileira dos abaixados.

 
 
 
Roda de conversa no INEC- Momento que falei de minha experiência com leitura e escrita, incentivando os alunos no início do Projeto de escrita de seus livros na Estante Mágica

 
 
Terço anual em família- 12 de outubro de 2025 em minha casa. Eu, meus irmãos, sobrinhos, sobrinhos-netos, cunhados e cônjuges e namorada de alguns sobrinhos
 
 
 

Abaixo vídeo mandado pelo Padre Sebastião no dia de meu aniversário. Não me lembro o ano

 
 
 

 
    


      
  








 
 
 Imagens especiais do lançamento do livro " RAIZES & GALHOS" que deu origem também a esse Blog
 
 
Eu apresentando o livro
 
 
 
 
Minha família( irmãos, sobrinhos, cunhados) no lançamento do Livro " RAIZES & GALHOS". Faltou apenas o sobrinho André, que por motivos de trabalho não pode estar presente. 11  de outubro de 2025 no salão de eventos DIAMANTE ROSA, Coromandel, Minas gerais.




Minhas duas sobrinhas, a esquerda, Aline e a direita Iara que também é minha afilhada de batismo. As duas foram responsáveis por ter acontecido o evento


 
Placa de homenagem recebida de minha família. Foi entregue pelas sobrinhas-netas : Tereza a esquerda, a direita Alice e no meio Laura. Mais imagens desse evento, acesse a página do índice. O vídeo se encontra no final da página.

 
Nesse resumo de minha vida, não poderia deixar de brindar com um poema, claro.  Ou melhor dois. " Miragem",  o primeiro poema que criei com 13 ou 14 anos, por volta de 1976. Eu o escrevi em um papel de embalagem, pois na fazenda  não tinha outros papeis de escrever.  Não me lembro a cor, mas provavelmente era verde ou rosa, pois eram as cores comuns de papeis de embalagem. E também o escrevi me inspirando na estrutura de um um poema em um jornal. Tentei captar até mesmo os delírios e miragens do autor e não nego,eram também minhas miragens. Coisas de menina adolescente como  se pode notar em cada verso, cada estrofe.
 Mais ou menos uns 10 anos depois, eu já morava na cidade e trabalhava na  empresa onde me aposentei. Lá eu roubei horas para o datilografar e nesse processo, andei fazendo algumas poucas edições. O que me arrependo amargamente. Enfim... Em 2014 eu o publiquei no livro " Pedaços de mim".
 
 
 
O primeiro poema que fiz na vida
 
 
O Segundo poema " Outono da Saudade" , não me lembro o ano que o escrevi, mas já foi bem no início da era das tecnologias digitais, logo, eu o escrevi através do computador, rioubando horas em meu trabalho. Sobre datas, geralmente não coloco datas em meus poemas. Outra coisa da qual me arrependo depois, mas nunca me emendo. " Outono da  saudade" faz parte de meu livro " Folhas de Outono' que publiquei em 2014. O livro é uma Ode ao Outono, estação do ano que mais amo. Todos os poemas do livro são outonais e juntei " Outono da Saudade " a eles. Dos 1000, ou talvez mais, poemas que já escrevi, é o que mais gosto.
 

 
O poema que mais amo de todos os que já escrevi

 
 

Essa é uma parcela ínfima de mim e de minha história. Um resumo, talvez, ainda que bem menor, pois a vida da gente é tão ampla que nem cabe em livros, quanto mais em resumos. Agora percebo o quanto linda minha vida é, e não importa quanto de momentos tristes teve, porwue só serviu para me fazer forte. Por isso agradeço imensamente a Deus por tudo. E essa vida segue com Deus no comando sempre... 

E para mostrar que a vida segue, compartilho abaixo eu novamente em 3 fases, o que só confirma que " o tempo é um rio que corre", já dizia Lya Luft. E quando olho para mim mesma, percebo o quanto me amo e porque me amo, tenho capacidade de amar a todos que me rodeiam. PS.: a imagem preto e branco é só para evidenciar sua essência, pois como bem disse Sebastião Salgado um dia Com o preto e o branco e todas as gamas de cinza, posso me concentrar na densidade das pessoas, suas atitudes, seus olhares sem que sejam parasitados pela cor. Quando contemplamos uma imagem em branco e preto, ela penetra em nós..."

 

!969( 9 anos), 1996 ou 1997 ( 33 ou 34 anos) e 2025 ( beirando 62 anos)

 

 Talvez eu volte para postar outros momentos marcantes. Talvez...

 


 

 

Voltar a irmãos


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ÍNDICE E APRESENTAÇÃO

8º avós ou octavós pelo lado de meus avós Fortunato Machado Rocha ( Natim), avô paterno e Aristeu Machado Rocha, avô materno, seguindo a linha ancestral de seus pais Antônio Bonifácio Machado (vovô Tõe) e Lídia Fernandes Rocha

7º Avós ou heptavós pelo lado de vovô Fortunato (Natim) e vovô Aristeu, seguindo a linha ancestral de seus pais Antônio Bonifácio Machado e Lídia Fernandes Rocha