Bartolomeu Mateus Barbosa e Maria Felizardo Rodrigues

 

    


      
  









 Bartolomeu Mateus Barbosa e Maria Felizardo Rodrigues

 

Descendência de Bartolomeu e Maria Felizardo

Bartolomeu Mateus Barbosa, meu bisavô, também chamado de Berto, com relação à sua data de nascimento existe uma divergência. Em 1919, quando foi lavrado o inventário de seu pai, constava que ele tinha 30 anos, logo teria nascido em 1889 e até mesmo 1890. Contudo, na placa de sua lápide consta 1893.  Qual das datas seria a correta? É fato que em tempos antigos havia essas divergências. A data de nascimento era uma, a data de registro era outra. Enfim...

Bem, provavelmente ele nasceu na localidade de Bonito de Baixo, Coromandel, Minas Gerais, pois seus pais tinham terras por aquelas paragens, conforme consta no inventário de seu pai Manoel. E para alegria de seu pai, era o primeiro filho varão, depois de duas meninas, a Ricardina e a Diolina. E na verdade, foi o único filho varão, pois depois dele vieram a Maria e a Lucinda.

Bartolomeu, meu bisavô, faleceu no dia 25 de maio de 1952, de acordo com os dados de sua lápide. Ele faleceu na cidade de Coromandel, Minas Gerais em um dia de domingo, na casa que ele tinha no finalzinho da rua que hoje se chama Emiliano Ferreira. Conforme relatos, faleceu com complicações de próstata.  Tinha entre 59 e 63 anos, em razão da tal divergência de data de nascimento. Ao que indica já não possuía mais a Fazenda Ataque nos Coqueiros, distrito de Lagamar dos Coqueiros, Coromandel, Minas Gerais. Talvez já estivesse com problemas de saúde e preferiu abandonar a roça. Meu bisavô Bartolomeu era filho de Manoel Matheus Barbosa e Ana Antônia da Cruz, já citados em 3º avós ou trisavós. 
Detalhe da lápide de meu bisavô Bartolomeu no cemitério Municipal de Coromandel, Minas Gerais

 

Maria Felizardo Rodrigues, esposa de Bartolomeu e minha bisavó, a quem chamavam de Cota, nasceu em 1895. Não há uma data e local específico. Ela faleceu aproximadamente em 1957 ou 1958 em Coromandel, Minas Gerais, em sua casa na Rua José Bonifácio, uma casinha de frente à antiga máquina de arroz do Sr. Didi Onisto, conforme relatos de parentes. Tal data é apenas uma dedução, devido ao fato de na época ter sido inaugurado o Cine União, novo cinema da cidade. Maria Felizardo era filha de João Felizardo Rodrigues e Maria Ferreira Sucupira já citados em trisavós. 

Sobre esses meus bisavós, Bartolomeu e Maria pouco sei, pois não tive a feliz ideia de perguntar para meu pai ou minha avó Valdomira, sua filha.  O pouco que sei, foram relatos de uma neta deles, filha de um irmão de minha avó. Bem, ela me contou que seu avô Bartolomeu, e meu bisavô, era um homem alto e magro, moreno e de olhos azuis, bravo e sistemático. Quanto aos olhos azuis há controvérsias, pois alguns dizem que não tinha olhos azuis.

Bem, segundo a neta de Bartolomeu, com quem conversei, tudo para seu avô tinha que ser certinho e do jeito dele. Então me relatou um episódio que a marcou muito. Era bem pequena e nunca esqueceu. Tinha uns seis anos de idade. Ela ia relatando com aquela voz mansa e lenta e com os olhos em um ponto qualquer como se estivesse tentando trazer para o presente aquele episódio... A mãe dela, a Tia Sebastiana, ou Tiana do Diló, como a chamavam, foi fazer biscoitos na casa do meu bisavô Bartolomeu. Diló, que na verdade se chamava Odilon era o filho dele e Sebastiana, a nora. Lá tinha o tal forno de barro. Ao que tudo indica era na Fazenda Ataque nos Coqueiros, Lagamar dos Coqueiros. Então aos sábados, eles se revezavam pra assar biscoitos e aproveitar o forno quente.  Primeiro Tia Sebastiana assava os biscoitos dos sogros, depois os dela. Eles moravam pertinho uns dos outros.

Bem, naquele dia, eles fizeram biscoito de goma ou polvilho e também brevidade, ela se recorda, como se aspirasse o cheiro dessas quitandas. Brevidade é uma espécie de bolo, cujos ingredientes são apenas polvilho ovos e açúcar.  O segredo é bater bem os ovos até ficarem branquinhos e o açúcar aos poucos. É um bolo de origem portuguesa e rápido de fazer, daí o nome brevidade. 

Bem, voltando à preparação das quitandas na casa de meus bisavós Bartolomeu e Maria: segundo a neta, não tinha queijo para fazer pão de queijo naquele dia. Conforme me relatou a neta de meus bisavós, eles tinham apenas duas vacas, e faziam um queijo bem pequeno que mal dava para a mistura do almoço ou jantar, e às vezes, quando chegava o final e semana, não tinha mais queijo no ponto, ou seja, curado, para fazer pão de queijo. Ovos pelo visto tinha bastante já que brevidade gasta muito.

Seguindo com a história: a neta de meus bisavós relatou-me que meu bisavô Bartolomeu marcava a quantidade de biscoitos que cada um podia comer.  Eram apenas dois para cada um. No caso seria um pedaço de brevidade e um biscoito de goma. Isso não me impressiona, uma vez que minha mãe também marcava a quantidade de biscoitos para os filhos. Era, digamos, uma forma de educar, para não ficar lambiscando. E a gente obedecia. Muitos podem pensar que isso era ser “mão de vaca”, mas na verdade não era. Era simplesmente uma forma de manter certa disciplina.

Bem, então, meu bisavô deu um biscoito para ela, a neta, depois outro e, ela, pequena ainda, levou a mãozinha para pegar o terceiro biscoito. Provavelmente biscoito de polvilho que crianças adoram. Então meu bisavô Bartolomeu ficou bravo e disse para o meu tio-avô Diló, o filho dele: “vocês têm que corrigir essa menina”.  Ou seja, na visão de meu bisavô, desobedecer a uma regra era falta de educação. Não importava se era uma criança pequena, até porque naquele tempo, a regra era; “é de pequeno que se torce o pepino”.  Como assim? Bem, conforme consta, os pepineiros novos precisam ser torcidos para que cresçam direitinho.

No caso das crianças, o “torcer o pepino”, significa que é preciso que sejam educadas desde cedo para que se desenvolvam de forma correta, disciplinando hábitos e costumes. Inclusive quando fiz graduação em Pedagogia, aprendi na disciplina Psicologia da Educação que uma criança é moldada apenas até os sete anos, a partir dessa idade, ela já tem sua vontade própria e não é mais possível” torcer o pepino”. Então meu bisavô Bartolomeu estava certo. Contudo, diante da observação de seu pai, Tio Diló, certamente constrangido, e para mostrar autoridade, cortou uma vara na horta e deu uma surra nela, a neta com quem conversei. Tia Sebastiana, esposa do tio Diló, diante de tanta barbaridade, enganchou a menina na cintura e foi embora contrariada, atitude que também não agradou ao sogro, sugerindo que Tio Diló também precisava corrigi-la. O que só demonstra o machismo daquele tempo. Mas conforme me disse a neta de meu bisavô, ele não gostou muito de a menina ter apanhado tanto.  Era de se esperar que esse episódio a tenha marcado profundamente. Enfim...

Ainda conforme essa neta, meu bisavô Bartolomeu amava os tais biscoitos de goma ou de polvilho que sua nora fazia, a Tia Sebastiana, pois ia sempre de tarde na casa dela e pedia para fazer. Certamente na hora do lanche da tarde. Então ela fazia assado na chapa mesmo, dentro de uma panela. Ele comia e ia embora.

Em conversas com uma tia-avó, única filha do meu bisavô Bartolomeu que ainda está viva, ela não falou muito dos pais. Contou-me apenas que eles moravam nos coqueiros, uma fazenda linda, segundo ela, com muitos coqueiros, pés de óleo... Ela falou também de uma tal gameleira que existia lá e que, durante a noite descia sobre ela uma bola de fogo e ficava lá parada. Eles quase morriam todos de medo. Devia ser a tal Fazenda Ataque.  Minha tia-avó contou-me também que seu pai, meu bisavô Bartolomeu, tinha também uma fazenda no lugar denominado Bonito pelos lados do Distrito do Alegre. Devia ser a parte de terras herdada do pai que consta no inventário. Segundo minha tia-avó, eles moraram lá apenas quando os primeiros filhos eram pequenos. Possivelmente, minha avó Valdomira tenha nascido lá na localidade de Bonito de Baixo. Depois eles foram para Coqueiros em Lagamar dos Coqueiros.

Já mais velhos, meus bisavós Bartolomeu e Maria vieram para a cidade de Coromandel. Quanto à fazenda Ataque, ela ainda existe, mas pertence a outros donos.

Não faz muito tempo descobri que a neta de Ricardina que era irmã de meu bisavô Bartolomeu, foi vizinha do casarão de meus avós paternos. Eu, inclusive, aprendi a costurar em sua casa por volta de 1979 e estava com 16 anos. Ou seja, aprendi a costurar junto com a neta de minha tia-bisavó Ricardina, a irmã de meu bisavô Bartolomeu e nem imaginava que éramos parentes. Vale frisar que a casa da tia Ricardina ficava entre a casa dessa vizinha e o casarão. Era uma casinha, cuja porta da sala ficava rente à calçada da rua. Essa vizinha relatou-me que meu bisavô Bartolomeu era um homem muito bom, muito querido por todos. Inclusive sua mãe, sobrinha dele, o adorava.

Dessa vizinha, minha ex-colega de corte e costura, ganhei uma foto da irmã de meu bisavô, a D. Diolina. Era uma foto de 1947 e ela estaria

com uns 60 anos, pois em 1919, quando inventário de seu pai, ela tinha mais ou menos 32 anos. Era uma senhora alta e magra com um vestido comprido e mangas compridas. Pareceu-me acabada pela idade, mas naquele tempo as pessoas envelheciam mais rápido mesmo. A vida era mais difícil que os dias atuais. Visualizando aquela senhora da foto, imaginei que meu bisavô Bartolomeu, talvez tivesse os mesmos traços dela, já que era alto e magro também. Imaginei, e é só isso que me resta fazer. Enfim...

Detalhe da senhora sentada: trata-se de Diolina Barbosa de Jesus, minha 3ª tia-bisavó, filha de Manoel Matheus e Ana Antônia, meus trisavós e irmã de meu bisavô Bartolomeu Matheus Babosa. Essa foto é datada de 1947, quando ela vivia em Monte Carmelo, Minas Gerais e enviou a foto de presente para a irmã Ricardina Barbosa de Jesus, que era também sua comadre e vivia em Coromandel. As demais na foto, são a filha e duas netas. Pelas contas nessa foto ela tinha 60 anos.


Sobre Maria Felizardo Sucupira, minha bisavó e esposa de Bartolomeu, a tal neta deles com quem conversei, relatou-me que minha bisavó era morena, mas baixa e era também muito sistemática, ou seja, alguém que segue regras, é organizada, cuidadosa e rigorosa. Ela tinha o tal papo no pescoço, na verdade chamado de bócio, causado pela deficiência de iodo, mas também por outras condições e doenças autoimunes, como a tireoidite. Conforme relatos de uma outra neta dela, o tal papo cresceu depois que minha bisavó teve a filha Ana Felizarda. As pessoas diziam que era resguardo quebrado.  Mas o que é quebra de resguardo? Quebrar o resguardo significa ter relações sexuais nos primeiros 40 dias após o parto, o que não deve acontecer, pois é um período de recuperação do corpo tanto física quanto emocional.  Mas e o tal papo, o que tem a ver com isso? Na verdade, não tem nada a ver com o resguardo quebrado, mas com o fato de que após um parto pode acontecer uma inflamação da glândula tireoide. Isso pode acontecer e causar hipertireoidismo, uma fase em que a glândula tireoide não funciona bem e secreta muito hormônio. O aumento da tireoide pode formar um bócio ou papo. Certamente foi isso o que aconteceu com minha bisavó Maria Felizardo, a vovó Cota, e não necessariamente o fato de meu bisavô ter passado o carro na frente dos bois.

Seguindo os relatos da neta de meus bisavós, um dia, ela deu vontade de comer queijo.  Na casa dos pais dela não tinha queijo, só lá na casa dos avós, minha bisavó Cota e o bisavô Berto. Isso significa que seus pais, minha tia-avó Sebastiana e meu tio-avô Diló também não tinham vacas. Nesse dia que lhe aflorou o desejo de comer queijo, a janta na casa de seus pais era arroz, feijão e banana marmelo frita. Pelo visto eram pessoas bem simples. Então, a neta, foi lá na casa dos avós à procura de queijo. Eles moravam perto, possivelmente na distância de um grito, já que a menina pequena foi lá sozinha na casa dos avós atrás do dito queijo. Chegando lá, a janta dos avós era arroz, feijão e o tão sonhado queijo. A avó Cota estava fritando tirinhas pequenas na velha frigideira de ferro já cascuda de tanto ser usada no fogão de lenhas. E com toda certeza, o queijo frito era daqueles que ficavam douradinhos sem derreter. Sei bem como é porque minha mãe fazia desses e eu nunca consegui fazer igual. Bem, o queijo que vovó Cota fritava era apenas “uma tirinha” para cada um, contou-me a neta com um riso no canto da boca e o olhar distante. O riso pareceu-me uma crítica à economia e queijo. O fato é que depois de dizer à neta que o queijo era pouco, a avó arrependeu-se e embrulhou um pedacinho numa folha de bananeira e a entregou, recomendando que colocasse em cima do arroz, e ela foi embora feliz com seu pedacinho de queijo tão sonhado. E falando em queijo em cima do arroz, é muito bom por sinal, eu que o diga, pois faço isso sempre.

Outra coisa que a neta de meus bisavós me relatou foi sobre o dia que a minha bisavó Cota faleceu.  Por esse tempo, meu bisavô Bartolomeu já tinha falecido, em 1952, e minha bisavô morava numa casinha, tipo casebre mesmo, de frente onde foi a máquina de arroz do Seu Didi Onisto. Naquele dia em que ela faleceu, essa neta e os pais foram da roça para a cidade, levar seu irmão, o José, que havia machucado o pé e ficaram lá na casa da avó Cota que já não estava muito bem. Sobre o José, ele é conhecido na cidade de Coromandel como Zé Barbosa, e também por andar apressado e falando sozinho. Nunca se casou.  Bem, minha bisavó Cota estava com uma dor de barriga nesse dia e muito fraquinha.  Nem por isso tinha deixado de fazer os tais biscoitos de goma e guardado em um saco grande em cima da cama.

Bem, como os pais dessa neta precisavam voltar para a roça, colocaram as roupas em um saco e subiram em um caminhão para irem embora. Minha bisavó Cota disse para eles: “podem ir tranquilos, estou bem melhor. E passem no cinema como vocês queriam”.  Naquele tempo o Cine União tinha sido recém-inaugurado. Possivelmente era meados de 1957 ou 1958. E de fato era, pois, a neta de meus bisavós confirmou quando perguntei qual cinema, só mesmo para garantir minha certeza: “é aquele que ainda existe, mas que não funciona mais”. Com isso deduzi que minha bisavó Cota havia morrido em 1957 ou 1958, pois foi nessa época que o cinema foi inaugurado em Coromandel e era a novidade da cidade.

E ainda tem um detalhe, minha bisavó Cota era parente da esposa de um dos donos do cinema, a Mariana do Joaquim Pena. Sobre esse parentesco, na verdade quem me contou foi a filha mais nova da vovó Cota. A única que ainda é viva.

Bem, os pais da neta de meus bisavós não foram ao cinema, pois estavam com pressa, porém, mal haviam chegado na roça, tiveram que voltar, pois alguém foi atrás deles para dizer que a vó Cota tinha falecido. Depois que a neta e os pais partiram, vó Cota foi se deitar porque estava bem fraca, porém os filhos a encontraram já fria. Por esse tempo, ela ainda tinha três filhos solteiros, entre eles, minha tia-avó, a caçula, que ainda vive.

E são essas as poucas histórias desses meus bisavós Bartolomeu Mateus Barbosa e Maria Felizardo Sucupira. A vó Cota e o vô Berto.  Existiu umas fotos, porém, quando minha avó Valdomira faleceu, essas fotos criaram asas.  Assim resta-me dar asas à minha imaginação...

Não há uma data específica de casamento de Bartolomeu Mateus Barbosa e Maria Felizardo Sucupira, mas em 1914, estavam casados, pois nesse ano, nasceu a filha Valdomira minha avó paterna.  Não foi possível descobrir se Valdomira era a filha mais velha.

Em 1919, o casal já morava na Fazenda Ataque na localidade de Coqueiros, em Lagamar dos Coqueiros, Coromandel, Minas Gerais, pois há uma referência a esse fato no inventário do pai de Bartolomeu nesse ano. Há referência a essa localidade também na certidão de óbito do filho Pelsoni, que conforme consta, nasceu nessa fazenda.

Bartolomeu e Maria felizardo eram pais de Valdomira Barbosa Sucupira, minha avó, casada com Fortunato Machado Rocha (Natim), pais de meu pai.

Filhos de Bartolomeu Matheus Barbosa e Maria Felizardo Rodrigues:

1.     Valdomira Barbosa Sucupira, minha avó, casada com Fortunato Machado Rocha (Natim), pais de meu pai;

2.     Pelsoni Barbosa Sucupira, casado com Zulmira Machado de Miranda, provavelmente parente do vovô Tõe. Zulmira era irmã de Joaquim marido de Sebastiana irmã de Pelsoni, citada logo abaixo;

3.     Ana Felizardo Nunes (chamada de Aninha), que teve uma única filha, pois ficou viúva jovem. Se não me engano seu esposo se chamava Brasilino;

4.     Sebastiana Barbosa Sucupira, casada com Joaquim Felizardo Rodrigues seu primo. Eram sogros do tio Zezé, filho de Valdomira e Fortunato;

5.     Maria Barbosa Sucupira (ou Cortes pelo casamento) uma belíssima e elegante senhora morena de ancas largas e cintura fina. Era casada com Manoel Cortes, que morreu assassinado. Manoel Cortes era irmão de Maria das Dores, esposa do irmão mais novo de Maria, sua esposa. Manoel Cortes era irmão também de Jesus Cortes, dono da empresa Expresso Dalva em Coromandel, Minas Gerais;

6.     Odilon Barbosa Sucupira, chamado de Diló, casado com Sebastiana, chamada de “Tiana”;

7.     Nilton Mateus Barbosa, casado com Maria das Dores, irmã de Jesus Cortes;

8.     Zilda Barbosa Lemes (única viva), casada com José da Rocha Lemes;

9.     Alderico Mateus Barbosa (Dico), conforme relatos, faleceu de cirrose, pois era alcoolatra.

Não foi possível saber a sequência certa de idade, porém é certo que minha tia-avó Zilda era a caçula.

 

Fotos de alguns filhos d Bartolomeu Mateus Barbosa e Maria Felizardo Rodrigues

 

Valdomira Barbosa Sucupira, mãe de meu pai Acenion

Sebastiana Barbosa Sucupira

Zilda Barbosa Lemes

Ana Felizardo Nunes

Pelsoni Barbosa Sucupira

 

Maria Barbosa Sucupira ( ou Cortes pelo casamento)


Para saber sobre Coromandel, Minas Gerais, onde se insere a Localidade de Bonito de baixo e Coqueiros acesse os links abaixo:
 

 👉Coromandel, Minas gerais 

👉Coromandel, Minas Gerais. Vídeo Youtube 

👉Coromandel, Minas Gerais. Vídeo Youtube 

Coromandel, Minas Gerais 
  

Local denominado "Serra" na localidade de Coqueiros ou Lagamar dos Coqueiros onde nasceu minha bisavó Maria Felizardo Rodrigues. Onde viveu com seu esposo e faleceu.

 

Fazenda Santo Antônio do Bonito de Baixo, Coromandel, Minas Gerais. Provavelmente onde meu bisavô Bartolomeu nasceu. Nos dias atuais a fazenda ainda pertence a um Matheus Barbosa.




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ÍNDICE E APRESENTAÇÃO

8º avós ou octavós pelo lado de meus avós Fortunato Machado Rocha ( Natim), avô paterno e Aristeu Machado Rocha, avô materno, seguindo a linha ancestral de seus pais Antônio Bonifácio Machado (vovô Tõe) e Lídia Fernandes Rocha

7º Avós ou heptavós pelo lado de vovô Fortunato (Natim) e vovô Aristeu, seguindo a linha ancestral de seus pais Antônio Bonifácio Machado e Lídia Fernandes Rocha