Tenente-Coronel Francisco José Ferreira de Souza e Antônia Rita de Jesus Xavier

 

  PS.:     

O Gráfico acima refere-se aos meus ancestrais (7º avós ou hepatavós) pelo lado de meu avô paterno Fortunato Machado Rocha (conhecido como Natim) e o avô materno Aristeu Machado Rocha.  O ponto de partida é o pai de ambos Antônio Bonifácio Machado. Nessa sequência siga o gráfico na segunda linha de cima para baixo.

 Tenente-Coronel Francisco José Ferreira de Souza e Antônia Rita de Jesus Xavier

 

O Tenente-Coronel Francisco José Ferreira de Souza, meu 7º avô, nasceu em Salvador do Monte, Amarante, Porto, Portugal no dia 8 de janeiro de 1731.  Ele faleceu após 14 de abril de 1799, provavelmente em sua Fazenda Piauí em Santo Amaro, hoje Queluzito, Minas Gerais. Foi sepultado na Vila de Queluz, hoje Conselheiro Lafaiete, Minas Gerais. Ao que tudo indica, o Tenente-Coronel Francisco, meu 7º avô, em 1769 já estava no Brasil, visto que se casou nessa data. Era filho de Carlos Ferreira de Souza e Rosa de Azevedo, que foram citados em 8º avós. Vide publicação do dia 29 de julho de 2025.

👉Sobre Salvador do Monte, Amarante, Portugal 

Salvador do Monte, Amarante, Portugal

 

 Antônia Rita de Jesus Xavier, esposa do Tenente-Coronel Francisco e minha 7ª avó, nasceu em 1754 na fazenda do "Pombal" entre as vilas de São João del-Rei e São José del-Rei, hoje, Tiradentes, Minas Gerais. As ruínas da Fazenda do Pombal, que ainda existem, hoje pertencem ao município de Ritápolis, Minas Gerais. Antônia Rita foi batizada em Santa Rita do Rio Abaixo, antigo nome da cidade de Ritápolis, em Minas Gerais. Ela faleceu no dia 25 de fevereiro de 1813, uma quinta-feira, com 59 anos, provavelmente na Fazenda Piauí em Santo Amaro, hoje Queluzito, Minas Gerais. Foi sepultada no dia 26 de fevereiro na Vila de Queluz, hoje Conselheiro Lafaiete, Minas Gerais.

Antônia Rita era filha de Domingos da Silva dos Santos e Antônia da Encarnação Xavier, já citados em 8º avós. Vide publicação do dia 29 de julho de 2025. Um dos irmãos de Antônia era o Alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, mártir da Conjuração Mineira em 1789 e hoje Patrono Cívico do Brasil.

👉Sobre a fazenda do pombal onde Antônia Rita nasceu 

Ruínas da Fazenda do Pombal em Ritápolis, Minas Gerais

 

Antônia Rita de Jesus Xavier, minha 7ª avó, perdeu a mãe em 1755, quando tinha pouco mais de 1 ano de idade, e dois anos depois em 1757, com apenas 3 anos de idade, perdeu também o pai. Sua irmã Maria Vitória assumiu o lugar da mãe, tendo cuidado de Antônia até seu 14 ou 15 anos,quando ela se mudou para a casa de seu irmão Padre Antônio da Silva dos Santos.

Enquanto os pais eram vivos, Antônia viveu na Fazenda do Pombal, como já dito, fazenda que ficava próxima a Santa Rita do Rio Abaixo, antigo nome da cidade de Ritápolis, em Minas Gerais. Mas conta-se que antes disso, essa localidade também se chamou Santo Antônio do Rio Abaixo no final do século XVII, quando os bandeirantes, à procura de ouro e pedras preciosas, invadiram os sertões de Minas, derrubando matas, plantando roças e formando povoados.  Relata-se que os desbravadores, descendo pelo Rio das Mortes, encontraram ouro em um lugar denominado Rio Abaixo e ali foram construindo seus ranchos que eram casas de pau-a-pique cobertas de sapé, casas de adobe ou de pedra, e claro, trataram de plantar alimentos, afinal nem só de ouro vivia aqueles forasteiros.

Nessa mesma época foi construída a Capela de São Sebastião do Rio Abaixo, na imensa Fazenda Rio Baixo, com um cemitério anexo. O povoado foi crescendo, pois, a notícia do ouro que brotava do chão ou da superfície dos rios, corria mais que carro da fórmula I. Assim, as famílias iam chegando com seus escravos e suas tralhas. Grandes fazendas foram surgindo com suas benfeitorias típicas: engenho, senzalas, capelas, sedes enormes... Entre elas a Fazenda do Pombal,  situada há algumas léguas da antiga Fazenda Rio Abaixo.

 Bem, a capelinha de São Sebastião não cabia mais tanta gente, de forma que trataram de construir em 1713, uma maior em pedra, que corresponde hoje ao fundo do atual Santuário. Alguém doou então uma imagem de Santa Rita para a nova capela e assim São Sebastião perdeu seu lugar para Santa Rita,  de forma que o povoado acabou também mudando de nome, ou seja, passou a  se chamar Santa Rita do Rio Abaixo e hoje Ritápolis, que significa “ cidade de Rita” e homenageia Santa Rita de Cássia. 

O segundo nome de minha 7ª avó, Antônia Rita, certamente é uma homenagem a Santa Rita de Cássia, em cujo santuário provavelmente foi batizada.

Como já dito também, Antônia Rita faleceu no dia 25 de fevereiro de 1813, uma quinta-feira, com 59 anos, provavelmente na Fazenda Piauí em Santo Amaro, hoje Queluzito, Minas Gerais e foi sepultada no dia 26 de fevereiro, provavelmente na Igreja de Santo Amaro, em Santo Amaro, hoje Queluzito, Minas Gerais, como era seu desejo especificado no testamento.

O Tenente-Coronel Francisco José Ferreira de Souza e Antônia, Rita de Jesus Xavier, meus 7º avós, se casaram no dia 08 de abril de 1769, um sábado, em São João del-Rei. Provavelmente na Igreja de Nossa Senhora do Carmo ou na Igreja Nossa Senhora do Pilar, as Igrejas mais antigas da localidade naquele tempo. Antônia Rita tinha apenas 15 anos e o Tenente-Coronel Francisco 38 anos. Por esse tempo Antônia Rita residia com seu irmão, o Padre Antônio da Silva dos Santos que foi quem lhe arranjou o casamento comFrancisco que era seu funcionário em um estabelecimento comercial na subida do Morro da Forca, em São João del-Rei. Francisco era caixeiro, ou seja, trabalhava no caixa do estabelecimento.

Sobre “a subida do Morro da Forca”, vale frisar que o tal morro recebeu esse nome devido ao fato de que, em tempos coloniais, ter sido o local onde se erguia o patíbulo da forca. Vale frisar que lá bem no alto do morro fica a Capela de Nosso Senhor do Bonfim.

Por esse tempo, o Padre Antônio, irmão de Antônia Rita, havia acabado de se ordenar, embora seu primeiro cargo como capelão teria acontecido em 1771, quando foi nomeado para Nossa Senhora da Glória da Ressaca , onde ficou até 1789, se retirando depois para sua fazenda  “Castelo de Nossa Senhora d’ Ajuda” em Borda do Morro, hoje Barbacena, Minas Gerais. É possível até deduzir que quando Antônia da Rita foi morar com seu irmão, o Padre Antônio, o seu casamento com o Capitão Francisco já estivesse arranjado, uma vez que não seria de bom tom, naquele tempo, uma jovem viver sozinha com um padre, ainda que fosse seu irmão.

 Conforme relatos, o Tenente-Coronel Francisco comprou o sítio em Santo Amaro na última década do século XVIII e lá construiu sua vasta fazenda Piaui. Contudo, percebe-se um equívoco nessa data, pois na década de 1770 já consta seu terceiro filho nascido em Santo Amaro do Camapuã, Minas gerais, onde ficava seu sítio. Bem, o fato é que o Tenente-Coronel Francisco José Ferreira de Souza, meu 7º avô, progrediu muito rapidamente nessa localidade e logo tornou-se um abastado proprietário. O sítio então tornou-se a vasta fazenda Piauí.

Vale frisar que o arraial Santo Amaro de Camapuã, chama-se hoje Queluzito desde 1943. Tal nome é originário da palavra queluzita, uma rocha metamórfica abundante na região. E por falar nessa região, vale ainda frisar que ela se insere em um prolongamento da Serra da Mantiqueira e sua topografia é acidentada, com vales estreitos e úmidos, e o relevo variando de fortemente ondulado a montanhoso e banhado pela bacia hidrográfica do Rio Paraopeba.

 Pois era nessa região belíssima de vales e montes, que meu 7º avô, o Tenente-Coronel Francisco viveu com a família os últimos dias de sua vida, vindo a falecer em 1799 nessa fazenda, há apenas 8 meses do século XIX. Não consta a data correta de seu falecimento, provavelmente foi depois do dia 14 de abril de 1799, pois nessa data ainda estava vivo, uma vez que, foi o dia em que redigiu seu testamento, já gravemente enfermo e prevendo a morte, porém lúcido, como afirmou no testamento. Certamente faleceu poucos dias depois com 68 anos.

Em seu testamento, o Tenente-Coronel Francisco foi claro e objetivo, deixando a cargo de Antônia Rita, as disposições do funeral, bem como as disposições em benefício da salvação de sua alma: missas, esmolas, doações, essas coisas. Quando ele faleceu, seu filho José Ferreira de Souza que viria a ser meu 6º avô, estava com 21 anos e se casaria um ano depois, em 1800, na metade do primeiro ano do século XIX.  Vale frisar também que o filho mais novo do Tenente-Coronel Francisco, nasceu no ano em que faleceu,1799, porém, ao que tudo indica, morreu ainda bebê, de forma que a caçula era Josefa Maria com pouco mais de um ano em 1799.

Com relação a Antônia Rita, como já dito, faleceu em 25 de fevereiro de 1813, 14 anos depois de Francisco.  Seguiu a vida com vários filhos pequenos, algumas filhas mais velhas já casadas, alguns netos. Seu braço direito na administração de tudo foi o filho José Ferreira de Souza, que por sinal foi meu 6º avô. Conforme Antônia Rita deixara escrito em seu testamento, José era seu “encosto”. Era ele quem cuidava de todos seus negócios, administrando os serviços das roças, das criações, o dinheiro que entrava e saia. Enfim, era ele quem conservava seus bens e os aumentava. De forma que em seu testamento Antônia pediu aos outros filhos que não criassem atritos, pelo fato de dar alguns bens a mais a José, como forma de pagamento por tudo que fizera por ela. Quando Antônia Rita faleceu, na verdade ele já estava casado com Vicência desde 1800 e tinha 37 anos. Dessa forma, José cuidava de seus próprios bens e dos bens da mãe. Isso era de se esperar já que os quatro filhos mais velhos eram mulheres e o filho mais velho, na verdade falecera antes do pai.

E voltando ao testamento de Antônia Rita, minha 7ª avó, o mesmo foi redigido no de 20 de fevereiro de 1813, um sábado, cinco dias antes de seu falecimento. Estava muito enferma, como ela mesma admitiu. Ao contrário de seu esposo, o Tenente-Coronel Francisco, Antônia Rita deixou muitas recomendações: que fosse sepultada na Capela de Santo Amaro,  em Santo  Amaro do Camapuã, hoje Queluzito, Minas Gerais e envolta no hábito de Nossa Senhora do Carmo, de cuja Irmandade fazia parte; que seu sepultamento fosse acompanhado por 8 padres e que os mesmos deveriam rezar cada um, uma missa de corpo presente pela sua alma; no dia de seu velório deveria ser repartido esmolas com os pobres mais próximos; pediu ainda 100 missas para sua alma, 25 para as almas de seus pais, 25 para as almas do purgatório e 25 para as almas de seus escravos falecidos; que fosse dada carta de euforia a uma sua escrava, possivelmente sua mucama.

E como toda mãe que zela pela unidade e paz entre os filhos, pediu que seus filhos não criassem atritos com José Ferreira, o filho que a ajudava a administrar a Fazenda, pois daria a ele um pouco mais de bens, e que não criasse também embulhos ( confusão) com outros quatro filhos que ela havia autorizado a arrancharem na fazenda para plantarem e criarem gado.

Sobre Antônia Rita de Jesus Xavier, minha 7ª avó, irmã mais nova de Tiradentes, conta-se algumas histórias. Uma delas é que batizava seus filhos, cada um em uma Igreja diferente como uma forma de agradecer aos santos que os ajudaram. Assim ela percorreu todas as igrejas e capelas das redondezas: Prados, Lagoa Dourada, Vila de Queluz... E olhe que eram 16 filhos.

Outra história sobre Antônia Rita, é que, apesar da distância entre a Fazenda Piauí e a Fazenda Engenho Velho do Cataguás, ela se tornou amiga inseparável de Maria Helena de Jesus vinte anos mais velha. Maria Helena era filha da Ilhoa Helena Maria de Jesus, minha 8ªavó, a qual já mencionei. Maria Helena ficara encantada com a meiguice e carência de Antônia Rita. Elas se visitavam, encontravam-se em casa de parentes ou na Igreja aos domingos e Maria Helena lhe ensinava muitas coisas sobre culinária, como por exemplo, a temperar porco e galinhas, a tirar baba do quiabo, a fazer angu, ao passo que Antônia Rita lhe ensinava a fazer rendas. Antônia Rita aprendera com Maria Helena, inclusive, a lavar os pés a noite em bacia de prata, algo que já fazia, mas em bacia de cobre. Ou seja, era algo bem mais chique. Eram como mãe e filha muito amigas. Essa história quem conta, na verdade, é a escritora Climeia Rezende em seu livro “Engenho velho do Cataguás”. Se é fato não sei, mas com certeza ela romantizou um pouco sobre certas coisas. De qualquer forma, como eram da mesma região, é fato que se conheciam, pois, um neto de Maria Helena, José Antônio de Rezende, se casou com a filha mais nova de Antônia Rita, a Josefa Maria, em 1810. Sem contar que o irmão e o sobrinho de Maria Helena eram companheiros de Tiradentes, irmão de Antônia Rita. Eles faziam parte do movimento de 1789 que culminou no enforcamento e esquartejamento de Tiradentes e degredo dos outros inconfidentes. O irmão de Maria Helena morreu no degredo na África e o seu sobrinho, depois de cumprida a pena voltou ao Brasil em 1809, tendo exercido no Brasil, importantes cargos públicos até 1841.

Mais uma das histórias de Antônia Rita, minha 7ª avó, é a mais triste. Conta-se que foi ela que enviou um escravo na calada da noite, para roubar a cabeça de seu irmão Tiradentes que estava exposta dentro de uma gaiola em uma praça em Vila Rica e que a enterrou na mata em sua fazenda em Piaui. Se é fato, não se sabe. Contudo, é fato que a cabeça de Tiradentes sumiu do local misteriosamente durante a noite e nunca foi encontrada. Terá mesmo sido Antônia Rita, minha 7ª avó?  Porém, há relatos que desconfiam de que a cabeça exposta em Vila Rica não era de Tiradentes e que foi retirada antes que alguém descobrisse a farsa do enforcamento, já que outro havia sido enforcado em seu lugar. Alguns historiadores dizem que Tiradentes nunca foi enforcado, mas foi levado misteriosamente para a França em um navio com a ajuda de um dos juízes da Devassa que devia alguns favores a Tiradentes. Quem foi enforcado em seu lugar foi um preso já condenado à morte. Provas reais não há “ainda”. Apenas indícios encontrados por historiadores que não se cansam de escarafunchar passados. Dizem que a verdade inevitavelmente vem à tona ou se revela. Não é à toa que muitos dizem que "A verdade sempre aparece" ou que "A mentira tem perna curta. Enfim...

O Tenente-Coronel Francisco José Ferreira de Souza e Antônia Rita de Jesus Xavier, tiveram 15 filhos a saber:

1.   Jerônimo Xavier de Souza- falecido depois de casado e antes do       pai

2.   Felícia Josefa de Souza;

3.   Anna Thereza de Jesus;

4.   Francisca Maria de Jesus;

5.  Júlia Maria de Jesus, casou-se com um Machado, provavelmente        meu parente;

6. José Ferreira de Souza- meu 6º avô, casado com Vicência   Joaquina da Silva, filha de meu 7º avô André Rodrigues   Chaves;

7.  Maria Josefa de Jesus, casada com José Rodrigues Chaves, filho de    André Rodrigues Chaves, meu 7º avô;

8.  Rosa Maria de Jesus, casada com Joaquim Rodrigues Chaves, filho    de André Rodrigues Chaves, meu 7º avô;

9.  Francisco José Ferreira de Souza Júnior;

10. Antônia Rita de Jesus Xavier (mesmo nome da mãe);

11.Thereza Maria de Jesus Xavier- casada com Manoel Rodrigues   Chaves filho de meu 7º avô André Rodrigues Chaves;

12.Manoel Ferreira de Souza, casado com uma Miranda, provavelmente minha parente por outros galhos;

13.Antônio Ferreira de Souza – falecido bebê;

14.Mariana de Jesus Xavier – casada com Antônio Machado de   Miranda  Júnior, meu 5º tio-avô, filho de Ana Joaquina de Rezende,   neta da Ilhoa Helena Maria de Jesus, minha 8ª avó;

15.Josefa Maria de Jesus, casada com José Antônio de Rezende,    bisneto da Ilhoa Helena Maria de Jesus, minha 8ª avó.

16. Joaquim da Silva Xavier – falecido bebê.

Observa-se que muitos filhos do Tenente-coronel Francisco e Antônia Rita, casaram-se com ancestrais meus de outras linhagens: Miranda, Chaves, Rezende, que legitimamente, independente de terem se casado, já eram meus tios-avós. Ou seja, tornaram-se meus tios-avós duas vezes, o que só estreita nossos laços.  Só com filhos de meu 7º avô André Rodrigues Chaves foram quatro casamentos.

Entre todos esses filhos, destaco o sexto filho José Ferreira de Souza, meu 6ºavô, casado com Vicência Joaquina da Silva.

 

Para ter acesso a uma parte transcrita do testamento desses meus 7º avós, clique no link abaixo:

👉http://www.projetocompartilhar.org/docsmgaf/franciscojoseferreiradesouza1799antoniaritadejesus1813.htm 

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ÍNDICE E APRESENTAÇÃO

8º avós ou octavós pelo lado de meus avós Fortunato Machado Rocha ( Natim), avô paterno e Aristeu Machado Rocha, avô materno, seguindo a linha ancestral de seus pais Antônio Bonifácio Machado (vovô Tõe) e Lídia Fernandes Rocha

7º Avós ou heptavós pelo lado de vovô Fortunato (Natim) e vovô Aristeu, seguindo a linha ancestral de seus pais Antônio Bonifácio Machado e Lídia Fernandes Rocha