Antônio Machado de Miranda e Ana Joaquina de Rezende
PS.: O Gráfico acima refere-se aos meus ancestrais (6º avós ou hexavós) pelo lado de meu avô paterno Fortunato Machado Rocha (conhecido como Natim) e o avô materno Aristeu Machado Rocha. O ponto de partida é o pai de ambos Antônio Bonifácio Machado. Nessa sequência siga o gráfico na terceira linha de cima para baixo.
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Antônio Machado de Miranda e Ana Joaquina de Rezende
Antônio Machado de Miranda, meu 6º avô, nasceu em 1750 na Freguesia de São Pedro da Ribeirinha, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Arquipélago de Açores, Portugal. Ele faleceu no dia 9 de abril de 1815, um domingo, em Lagoa Dourada, Minas Gerais, Brasil. Era filho de Antônio Machado de Miranda e Catharina Maria de Jesus, já citados antes em 7º avós.
Ana Joaquina de Rezende, esposa de Antônio e minha 6ª avó, nasceu em 1759 em Lagoa Dourada, Minas Gerais, provavelmente no final de junho ou início de julho, pois foi batizada em 5 de julho de 1759 na Capela Nossa Senhora da Lapa da Fazenda Olhos D'Água, filial da Matriz de Nossa Senhora de Congonhas do Campo, Minas Gerais.
Foram seus padrinhos o então Governador José Antônio Freire
de Andrade, 2º Conde de Bobadela e D. Josepha Maria de Rezende, irmã de sua mãe
Ana Maria de São Joaquim.
Frisando que José Antônio Freire de Andrade, exerceu o cargo de governador e capitão-general de Minas Gerais entre 1751 e 1759. Curiosamente, durante o final de seu mandato (1757-1758), ele também acumulou a função de governador do Rio de Janeiro interinamente. Ele era irmão de Gomes Freire de Andrade, o 1.º Conde de Bobadela, a quem sucedeu no título em 1763, tornando-se o 2.º Conde de Bobadela. Frisando ainda que ele foi pai de Francisco de Paula Freire de Andrade, um dos principais membros da Inconfidência Mineira.
A origem do nome "Bobadela" está ligada a uma freguesia (espécie de distrito ou paróquia) no concelho de Boticas, em Portugal, local que provavelmente tinha alguma ligação ancestral ou patrimonial com a família Freire de Andrade, ou com as terras que faziam parte do morgado (patrimônio vinculado) da família. Títulos de nobreza frequentemente se referiam a terras ou localidades de origem da família.
O fato é que o governador de Minas foi padrinho de batismo de minha sexta avó.
Ana Joaquina faleceu em 15 de junho de 1812, uma segunda-feira, em Prados, Minas Gerais e foi sepultada no outro dia em Lagoa dourada, Minas Gerais, na Capela de Santo Antônio. Ela era filha do Capitão Manuel da Motta Botelho e Ana Maria de São Joaquim, já citados antes em 7º avós. Frisando que Ana Maria, mãe de Ana Joaquina era filha da Ilhoa Helena Maria de Jesus, minha 8ª avó.
Para saber sobre a localidade onde nasceu e viveu até vinte e poucos anos o meu 6º avô Antônio Machado de Miranda, acesse o link abaixo:
👉Sobre Ribeirinha, Ilha Terceira, Açores Portugal
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| Ribeirinha, Ilha Terceira, Açores, Portugal |
Para saber sobre a localidade onde nasceu e foi sepultada minha 6ª avó Ana Joaquina de Rezende, acesse o link abaixo:
👉 Sobre Lagoa Dourada, Minas Gerais
👉Vídeo Lagoa Dourada, Minas Gerais
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Para saber sobre a Capela de Nossa Senhora da Lapa de Olhos d'Água, onde minha 6ª avó Ana Joaquina, foi batizada, acesse o link:
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| Capela Olhos D'Agua |
Bem, conforme o Livro de Registros de
Passaportes da Capitania Geral dos Açores, Antônio Machado de Miranda, meu
6ºavô, veio para o Brasil no ano de 1787. Veio à procura de um outro irmão que
por aqui já estava. Ao que tudo indica esse irmão seria Manoel Fernandes
Miranda, que faleceu em 1814 em Lagoa Dourada, Minas Gerais.
Contudo, acredito haver um engano de data da vinda de Antônio Machado, pois consta que meu 6º avô se casou aqui no Brasil por volta de 1780 e teve o primeiro filho em 1782. Logo, a data de 1787 de sua vinda, pode ser 1777. Ou talvez sejam as datas de casamento e nascimento dos filhos é que estejam erradas, até porque, nem sempre é possível decifrar os escritos antigos.
Antônio Machado de Miranda, meu 6º avô, veio encontrar o irmão que já se encontrava no Brasil, como já dito, e que certamente havia se dado bem por aqui, animando meu 6º avô Antônio a vir. É fato que em Açores a situação era bem difícil. No ano de 1777, por exemplo, ano em que supostamente meu 6º avô veio para o Brasil, Ilha Terceira foi marcada por uma série de eventos que afetaram a vida da população, como epidemias, desastres naturais e conflitos sociais. Provavelmente tudo isso influenciou a vinda de Antônio Machado de Miranda, meu 6º avô para o Brasil. Possivelmente era também órfão de pai e mãe e nada mais o prendia em Ribeirinha. Dessa forma, acredito que tenha vindo pensando mais em desbravar terras e progredir com a agropecuária, atividades as quais já estava acostumado em Ribeirinha.
Consta em documentos da SIAPAM - Sistema Integrado de Acesso do Arquivo Público Mineiro, que existia já por aqui por volta de 1727 um Sargento-Mor de Milícias também chamado Antônio Machado de Miranda. Logo algum parente homônimo de meu 6º avô, o que confirma que já veio tendo um suporte por aqui. E um suporte de elite que favoreceu sua ascensão, pois em 1804 em um documento também da SIAPAM, meu 6º aparece com Tenente. Frisando que provavelmente era um oficial de Ordenança, muito comum naquele tempo. Um tenente de ordenança não era um oficial do exército de linha (regular), mas sim um membro da força local, geralmente um civil com certa posição social que recebia uma patente militar para fins de administração e defesa local.
Como veio antes de 1789, presenciou a Inconfidência Mineira. Mas pelo visto não se envolveu nela. Não há relatos de Machados de Miranda envolvidos na Inconfidência.
Bem, chegando aqui em Minas Gerais, meu 6º avô Antônio Machado de Miranda, se fixou na localidade onde hoje é o Curralinho dos Machados em Lagoa Dourada, Minas Gerais. Provavelmente era nessa localidade que seu irmão já vivia.
Nessa localidade, meu 6º avô fundou a Fazenda Campo Alegre que mais tarde se tornou Curralinho dos Machados e nessas terras construiu a Capela do Senhor Bom Jesus dos Perdões. Em um documento também da SIAPAM, consta que a concessão dessas terras só foram regularizadas por volta de 1804. É nesse documento meu 6º avô aparece com o título de Tenente Antônio Machado de Miranda.
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| Documento do SIAPAM onde meu 6º avô Antônio Machado de Miranda aparece como Tenente |
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| Documento- carta de sesmaria de meu 6º avô |
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| Capela Senhor Bom Jesus dos Perdões |
Porém, quanto a esse fato há algumas controvérsias, pois, alguns relatos afirmam que a origem da capela está ligada a uma promessa feita pela esposa do Barão de Cocais, para convertê-lo. No entanto há alguns pontos a considerar sobre esse relato da promessa: a capela foi construída no final do século XVIII e nessa época, Barrão dos Cocais ainda era uma criança, pois nasceu em 1792 e não houve outro Barão de Cocais; depois Barão dos Cocais nasceu e morreu em Santa Barbara, uma localidade distante de Curralinho, em torno de uns 200 km. Além disso, em um poema criado pelas pessoas de Curralinho dos Machados para contar essa história, embora falem de certo Barão, não citam o nome do mesmo, porém, citam o nome da esposa, fazendo alusão a uma certa Ana. Vale frisar que a esposa do Barão dos Cocais era Antônia e não Ana. Ana era a esposa de meu 6º avô. O tal Barão pode ter sido sim meu 6º avô. E Barão dos cocais possivelmente pode ter ido em peregrinação à essa capela para cumprir a promessa. O fato é que quando uma história chega ao final já passou por tantas bocas, que a original acaba se perdendo e não há documentos que comprovem.
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| Poema que conta a história da criação da Capela Senhor Bom Jesus de Perdões |
Eles se casaram em 1780. Não foi possível saber dia e mês, pois o registro do casamento está borrado. A cerimônia aconteceu na pequena ermida da Fazenda Cachoeira, de propriedade de seus padrinhos — o Coronel Severino Ribeiro e Josefa Maria de Rezende, irmã de sua mãe. Foi uma cerimônia simples, com as bênçãos do reverendo e do padre coadjutor Gabriel da Costa Rezende, seu tio. Após o enlace, Ana Joaquina seguiu com Antônio para a Fazenda Campo Alegre.
Um fato interessante é que quando se casou vivia com seus tios na Fazenda Engenho Velho de Cataguás, com a irmã de sua mãe, Maria Helena e o Capitão José Antônio, conforme o Capitão mesmo afirma em seu testamento. Porém não é possível afirmar, pois embora esteja ilegível e o nome comece com A, o próximo nome é Maria Joaquina e não Joaquina de Rezende. Consta que ela teve uma irmã de nome Maria, mas nada há de registro sobre ela, podendo ter falecido ainda criança.
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| Curralinho dos Machados nos dias atuais. Da Fazenda Monte Alegre resta apenas a capelinha Senhor Bom Jesus de Perdões bem lá no final da estrada |
Como já dito antes, Ana Joaquina de Rezende, minha 6ª avó faleceu em 15 de junho de 1812 em Prados, Minas Gerais e foi sepultada no outro dia em Lagoa dourada, Minas Gerais, na Capela de Santo Antônio. No dia 07 de junho de 1812, um domingo, oito dias antes de seu óbito, possivelmente muito enferma, redigiu seu testamento. O testamento foi escrito por seu primo Padre Julião Antônio da Silva Rezende, filho de Maria Helena, irmã de sua mãe e minha 6ª tia-avó.
Entre as determinações contidas no testamento, Ana Joaquina ordenou que, quando falecesse, seu corpo fosse sepultado na capela de Santo Antônio da Lagoa Dourada, envolto em hábito à eleição de seu testamenteiro, e na mesma sepultura de sua saudosa mãe Ana Maria de São Joaquim, falecida há 40 anos. Dentre as determinações consta doação em dinheiro para algumas netas que eram também suas afilhadas; doação para Nossa Senhora dos Remédios na vila de São João Del Rei ou onde houver; manda rezar também oito missas pela alma de seu pai falecido antes de junho de 1812, mesmo ano em quem ela faleceu, provavelmente poucos meses antes ou até mesmo poucos dias já que não há uma data específica. No testamento Ana manda rezar também mais oito pela alma de sua mãe, mais oito missas para sua própria alma. Além disso, como fazia parte da irmandade de Nossa Senhora das Dores e também da Irmandade das Almas na freguesia de Prados, manda que se celebre três missas para seus irmãos falecidos e vivos dessas irmandades.
Algo que me deixou a pensar foi o fato de Ana Joaquina ter feito seu testamento na Fazenda Cachoeira, como relata-se, uma vez que ela residia na Fazenda Campo Alegre. Cumpre ressaltar que a Fazenda Cachoeira pertencia à sua tia Maria Josefa de Rezende, irmã de sua mãe Ana Maria de São Joaquim, e o padre Julião que redigiu o testamento era primo de Ana Joaquina, porém filho de outra tia a Maria Helena de Jesus. Essa fazenda Cachoeira na época pertencia à freguesia de Nossa Senhora da Conceição dos Prados. Talvez Ana Joaquina estivesse visitando a tia Josefa, viúva de 69 anos e por lá adoeceu e faleceu já que consta que faleceu em Prados. Difícil adivinhar as circunstâncias.
Quanto a Antônio Machado de Miranda, meu 6º avô, ele faleceu três anos depois que sua esposa Ana Joaquina, no dia 9 de abril de 1815, um domingo, em Lagoa Dourada, Minas Gerais, onde também foi sepultado no dia seguinte na Capela Santo Antônio. O fato de dizer que faleceu em Lagoa Dourada, seria porque Curralinho dos Machados fazia parte desse município, mas provavelmente faleceu na Fazenda Monte Alegre. Seu testamento foi redigido dois meses antes em 09 de fevereiro de 1815, uma quinta-feira, na Fazenda do Campo Alegre, onde residia. Já viúvo, ele mesmo afirmou em seu testamento que já estava avançado em anos e muito enfermo, razão pelo qual previu que morreria logo. Um fato interessante é que faleceu com 65 anos, logo não estava assim tão avançado em anos. Porém, sabe-se que naquele tempo, pessoas com sessenta anos já eram considerados bem velhas e de fato, elas apresentavam acabadas fisicamente e doentes, pois a vida era bastante dura. Enfim... Não devia ter sido fácil para meu 6º avô desbravar aqueles rincões ermos de Minas Gerais.
Em seu testamento, Antônio Machado de Miranda, meu 6º avô, pediu que seu corpo fosse amortalhado com o hábito de Nossa Senhora das Dores e que o mesmo fosse encomendado e sepultado pelo capelão do lugar e outros sacerdotes que acaso estivessem presentes a quem pediu que rezassem o oitavario de missas para sua alma, ou seja, oito dias seguidos de missas após seu sepultamento. Além disso, pediu que se rezasse oitocentas missas pelas almas das pessoas com quem teve negócios em vida. Pelo número de missas foram muitas pessoas que negociaram com meu 6º avô. Bem, ele recomendou ainda que se rezasse cinquenta missas pelas almas do purgatório. Cumpre ressaltar que cada missa lhe custaria trezentos e vinte reis, ou seja, uma moeda de prata nesse valor, que hoje valeria em torno de "3 reais e 20 centavos.
Vale frisar ainda que na época do falecimento desse meu 6º avô, seu filho João Machado de Miranda estudava para se ordenar padre e a parte que lhe coube de herança, 200$000 ( duzentos mil réis), caso não se ordenasse, seria revertido a metade em missas para seus pais, parentes e padrinhos, e a outra metade revertida em esmolas para os pobres mais necessitados. Ele não se ordenou, mas se casou e teve nove filhos.
Ao que tudo indica meu 6º avô Antônio Machado de Miranda fazia parte das Irmandades do Santíssimo e das Almas, pois pediu ao testamenteiro que se cumprisse o que devia a elas, o que imagino ser algum tipo de mensalidade. Sobre a Irmandade das Almas, a finalidade da mesma era resgatar as almas do Purgatório através da oração e também realizar obras corporais, como visitar prisioneiros, tratar dos doentes, alimentar os famintos, entre outras obras de misericórdia citadas nos evangelhos.
Além das missas e das dívidas com as Irmandades das quais fazia parte, Antônio Machado, meu 6º avô, determinou que no dia de seu enterro fosse repartido vinte mil réis com os pobres mais necessitados. Todas essas determinações deveriam ser seguidas como sufrágios para sua alma.
Bem, depois de discorrer sobre doações para filhos e netas afilhadas, pediu que fosse doado às duas de suas escravas, Rita e Antônia, a metade do valor com que fossem avaliadas, em benefício de suas liberdades futuras. Além disso, deixou valores para ornar a Capela de Senhor Jesus dos Perdões em sua Fazenda Campo alegre.
Interessante é que meu 6º avô não sabia ler nem escrever, logo quem redigiu e assinou o testamento em seu nome, depois de lido e aprovado, foi o Reverendo (Padre) Antônio Rodrigues Chaves, tio de sua nora Maria Joaquina da Silva, casada com seu filho Joaquim Fernandes de Miranda. Frisando também que André Rodrigues Chaves, pai desse Reverendo Antônio Rodrigues Chaves era meu 7º avô.
Antônio Machado de Miranda e Ana Joaquina de Rezende, meus 6ºavós, tiveram 11 filhos a saber:
1. José Fernandes de Miranda, casado com Ana Josefa de Andrade e 2ª núpcias com Anna Rosa Umbelina de Barbosa;
2. Antônio Machado de Miranda Junior, casado com Mariana de Jesus Xavier, filha da irmã mais nova de Tiradentes, Antônia
Rita de Jesus Xavier, minha 7ª avó;
3. Maria Helena de Jesus, casada com José Cardoso Pires;
4. Francisco Machado De Miranda- falecido bebê;
5. Joaquina Machado de Miranda (ou Joaquina Flávia de Rezende), casada com Francisco Gomes Pinheiro;
6. Manuel Fernandes de Miranda, casado com Esperança Maria de Jesus;
7. Alferes Francisco Machado de Miranda, que viveu no antigo Arraial do Espirito Santo do Itapecerica, atual Divinópolis, Minas Gerais, tendo sido importante no desenvolvimento da cidade, inclusive foi Juiz de Paz daquela localidade. Seu enterro seguiu de Divinópolis até Carmo do Cajuru, em uma verdadeira Romaria de 15 km;
8. Anna Maria de Rezende ( ou Ana Machado de Miranda), casada com João Gomes Ribeiro;
9. Joaquim Fernandes de Miranda, meu 5º avô, casado com Maria Joaquina da Silva, neta da irmã mais nova de Tiradentes Antônia Rita de Jesus Xavier que foi minha 7ª avó; Joaquim veio para Abadia dos Dourados supostamente depois da Revolução dos Liberais que aconteceu em 1842. Era o bisavô de meu bisavô Antônio Bonifácio Machado, o vovô Tõe.
10. Catarina Clara de Jesus, faleceu em Patrocínio, Minas Gerais. Casada com João Martins Ramos; provavelmente veio para essas paragens de Patrocínio com seu irmão Joaquim Machado de Miranda, meu quinto avô, por volta de 1833.
11. João Machado de Miranda, que estudava para se ordenar padre, contudo, casou-se com Ana Joaquina de Miranda, possivelmente prima.
Para ter acesso ao testamento de Antônio Machado de Miranda, meu 6º avô, clique no link abaixo:
👉https://resgatedahistorya.blogspot.com/2016/02/antonio-machado-de-miranda.html?view=mosaic
Para ter acesso ao testamento de Ana Joaquina de Rezende, minha 6ª avó, clique no link abaixo:
👉https://resgatedahistorya.blogspot.com/2016/02/ana-joaquina-de-resende.html
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