Joaquim Machado de Miranda (Ou Fernandes de Miranda) e Maria Joaquina da Silva
PS.: O Gráfico acima refere-se aos meus ancestrais (5º avós ou pentavós) pelo lado de meu avô paterno Fortunato Machado Rocha (conhecido como Natim) e o avô materno Aristeu Machado Rocha. O ponto de partida é o pai de ambos Antônio Bonifácio Machado. Nessa sequência siga o gráfico na quarta linha de cima para baixo.
![]() | |||||||||||||
Joaquim Machado de Miranda (Ou Fernandes de Miranda) e Maria Joaquina da Silva
Joaquim Machado de Miranda, meu 5º avô, às vezes também chamado de Joaquim Fernandes de Miranda, nasceu em 1795 em Lagoa Dourada, provavelmente na Fazenda Campo Alegre em Curralinho dos Machados e foi batizado em 17 de dezembro de 1795, também nessa localidade. Quem presidiu a cerimônia do batismo foi Padre Matheus José de Macedo, sendo padrinhos Geraldo Ribeiro de Rezende e D. Anna de S. Joaquim, filhos do Coronel Severino Ribeiro e Josefa Maria de Rezende. Frisando que ambos seriam primos daquela que seria esposa de Joaquim algum tempo depois, a Maria Joaquina da Silva, pois Josefa era irmã do pai de Maria Joaquina.
Conforme mapa da população de 1838, de Coromandel, na época Sant'Ana do Pouso Alegre de Coromandel, ele estva com 44 anos e nesse caso teria nascido em 1794 e não 1795, porém o que vale é o documento, logo, nasceu em 1795.
Provavelmente Joaquim nasceu também em dezembro de 1795. Ele faleceu na Fazenda da Lacraia no Arraial do Garimpo, hoje Abadia dos Dourados, Minas Gerais, entre 1850 e 1856, pois no ano de 1856 já não aparece no registro de terras obrigatório, apenas sua esposa. Era filho de Antônio Machado de Miranda e Ana Joaquina de Rezende, já citados em 6º avós. Lembrando que Ana Joaquina era neta de Helena Maria de Jesus, uma das Três Ilhoas e minha 8ª avó.

Registro de batismo de meu 5º avô Joaquim
Maria Joaquina da Silva, esposa de Joaquim e minha 5ª avó, nasceu provavelmente em julho de 1801, pois foi batizada em no dia 26 de julho de 1801. Conforme imagem abaixo, o batismo aconteceu na Capela de Lagoa Dourada, filial de Prados, com celebração do Capelão Matheus José de Macedo. Os padrinhos foram os avós maternos, André Rodrigues Chaves e Gertrudes Joaquina da Silva, tendo como procurador o filho José Rodrigues Chaves.
Conforme mapa da população de 1838 de Coromandel, na época Sant'Ana do Pouso alegre de Coromandel, ela tinha 38 anos, logo teria nascido em 1800, contudo, vale o documento e, sendo assim, nasceu em 1801. Nasceu provavelmente na Fazenda Piauí que ficava na região de Santo Amaro do Camapuã e pertencia ao território de Arraial do Campo Alegre dos Carijós, que foi depois Vila Real de Queluz e hoje Conselheiro Lafaiete.
Desde 1943 a nominação de Santo Amaro passou a Queluzito, mantendo a devoção a Santo Amaro, seu padroeiro, com a Igreja Matriz ainda hoje em seu centro.

registro de batismo de minha 5ª avó Maria Joaquina da Silva
Nos dias atuais, essa Fazenda Piauí pertence ao município de Casa Grande. Mas se essa fazenda era dos avós de Maria Joaquina, por que ela nasceu ali? Porque há um registro de 1813, onde diz-se que a escritura da fazenda foi passada ao Capitão José Ferreira de Souza, casado com Vicência Joaquina da Silva, da fazenda denominada Piauí, da aplicação de Santo Amaro (atual Casa Grande), para pagamento da legítima paterna do mesmo. Capitão José Ferreira e Vicência eram os pais de minha 5ª avó Maria Joaquina.
Ela faleceu também na Fazenda da Lacraia, Arraial do Garimpo, hoje Abadia dos Dourados, Minas Gerais, depois de 1864, pois nesse ano ainda aparece como plantadora de canas na região de Nossa Senhora das Dores de Lagomar, onde localizava a Fazenda, conforme Almanak Administrativo de 1864.
Era filha do Capitão-Mor José Ferreira de Souza e Vicência Joaquina da Silva, já citados antes em 6º avós. Frisando que o Capitão- Mor José Ferreira de Souza era filho de Antônia Rita de Jesus Xavier, minha 7ª avó e irmã mais nova de Tiradentes, logo Maria Joaquina era sobrinha-neta de Tiradentes.
Conforme relatos de boca a boca, e agora com provas documentais do tal Almanak Adminsitrativo e do Registro de terras no nome de Maria Joaquina da Silva, bem como de alguns de seus filhos , é certo que esses meus 5º avós viveram e faleceram em Abadia dos Dourados, Minas Gerais.
Inclusive aparece também nessa relação do Almanak Adminsitrativo, alguns nomes relacionados aos Assunção, entre eles José Joaquim de Assunção, sogro da filha de meus 5º avós Joaquim Machado e Maria Joaquina, a Maria Rosa, que faleceu em Abadia dos Dourados, Minas Gerais, assim como seu esposo, João José de Assunção, filho do José de Assunção. Inclusive, há também o registro de terras de João José, como sendo dono de parte da Fazenda Lacraia, o que prova que já estava casado com Maria Rosa e que havia recebido de herança a tal parte. Os Assunção, donos da Fazenda Santa Ana, eram vizinhos de meus 5º avós, o que justifica alguns casamentos entre essas famílias.
![]() |
| trecho do Almanak administrativo de 1864, onde consta o nome de minha 5ª avó Maria Joaquina da Silva e de seu filho Joaquim Machado de Miranda |
![]() |
| Registro de terras- Fazenda Lacraia- onde consta o nome de minha 5ª avó Maria Joaquina da Silva. Não consta o nome de meu 5º avô, o que indica que já tinha falecido nesse ano de 1856 |
![]() |
| Registro de terras do filho José Machado de Miranda |
![]() |
| Registro de terras do filho Joaquim Machado de Miranda |
![]() |
| Registro de terras do filho Antônio Machado de Miranda |
![]() |
| Registro de terras de João José de Assunção, marido da filha Maria Rosa |
Sobre o motivo da vinda de meus 5º avós Joaquim e Maria Joaquina para essas paragens por volta de 1833, é preciso reforçar com certa certeza de que não vieram, pelo menos de início, na ilusão de garimpar pedras preciosas no Arraial do Garimpo. É preciso considerar antes de tudo o boato passado de geração em geração que sempre tem um fundamento: vieram depois de uma revolução, afirmada por meu avô Fortunato (Natinho) que era seu trineto; ou vieram fugidos, afirmado por uma prima idosa, embora não tenha explicado o motivo. “Revolução e fugidos” fecha a dedução de que vieram em 1833 já que em 1838 já constavam no censo da região. Mas porque vieram fugidos?
Provavelmente tenham vindo fugindo da Sedição de 1833, também chamada de Revolta do ano da Fumaça. O fato é que no censo de 1838 realizado no Arraial de Coromandel, na época Sant’ana do Pouso Alegre de Coromandel, eles já constavam na lista. Em 1831 houve também um censo, mas nesse eles não constavam ainda. O que fica claro que vieram depois. Ao que tudo indica em 1833.
![]() |
| trecho do censo de 1838 de Coromandel, onde consta meus 5º avós e os filhos. Observa-se que não tinha escravos, como aparece em outros registros observados por mim |
Sobre essa revolução de 1833 que eclodiu em março, vale frisar que foi uma tentativa dos Caramurus (restauradores) de derrubar o governo provincial e promover o retorno de D. Pedro I ao trono brasileiro. Ele havia abdicado do trono e voltado a Portugal, ficando o Brasil sob um regime Regencial.
A causa do levante foi a insatisfação com as reformas dos liberais moderados, como o aumento de impostos e a proibição de enterros em igrejas, entre outras coisas. Os revoltosos (Caramurus) conseguiram tomar o controle de Ouro Preto por cerca de dois meses, mas o movimento foi eventualmente sufocado pelas forças governamentais leais à Regência.
O porquê do nome “Revolta da Fumaça”, se deve ao fato de que nesse mesmo ano um denso nevoeiro cobriu a região de Ouro Preto, Campo das Vertentes. Era uma névoa seca e persistente, causada por condições climáticas atípicas que deixaram o ar turvo e o céu cinzento por vários dias. Esse fenômeno é tecnicamente conhecido como "litometeoro" ou "névoa seca", e teria marcado a memória da população de Ouro Preto, servindo para batizar o período de instabilidade política que ocorria simultaneamente.
Além dessa Revolta da Fumaça em março, eclodiu também a Revolta das Carrancas em maio, um dos maiores levantes de escravizados do Sudeste, onde nove pessoas da família Junqueira foram assassinadas brutalmente pelos escravizados. A revolta escrava foi motivada, em parte, por um boato de que os Caramurus haviam abolido a escravidão em Ouro Preto (então capital da província de Minas Gerais), e os escravizados em Carrancas tentaram fazer valer essa suposta liberdade. Vale frisar que o dono da Fazenda assassinado com sua família era bisneto de Antônia da Graça, irmã da ilhoa Helena Maria, minha 8ª avó. Logo Antônia da Graça era minha oitava tia-avó.
As consequências Econômicas e Sociais dessas revoltas foram a instabilidade política, somada ao aumento de impostos sobre produtos como a cachaça, bem como o trauma causado pela morte de membros da poderosa família Junqueira em Carrancas. Muitos fazendeiros, sentindo-se vulneráveis e temendo novos levantes, iniciaram um movimento de expansão para o Oeste Mineiro e para o Triângulo Mineiro. Essa migração buscava terras novas e mais isoladas, onde pudessem restabelecer o controle produtivo longe dos focos de tensão política da capital e das áreas de conflito escravista consolidado.
Provavelmente foram esses os motivos que levaram meus 5º avós a virem para Abadia dos Dourados, Minas Gerais.
Vale ressaltar que além do registro do censo de 1838, há documentos sobre a historiografia de Catalão, Goiás, que comprovam que meus 5º avós andaram zanzando por Santo Antônio do Rio Verde em 1837. Nesse ano eles batizaram por lá o filho de um casal dos “Machado da Silveira”, Manoel Machado da Silveira e Maria Joaquina da Glória, antigos moradores de Coromandel que se mudaram para lá. Esses Machado da Silveira, quando residiam em Coromandel, eram vizinhos de um tal Felisberto Ferreira da Fonseca que, de certa forma tem uma ligação com a família de meus 5º avós.
![]() |
| trecho da historiografia de Catalão onde consta o tal batismo do filho de Manoel em Santo Antônio do Rio Verde |
![]() |
| Outro documento onde consta o tal Felisberto, também como compadre da família de Manoel |
Vamos a alguns fatos interessantes ligados a esse povo que meus 5º avós tiveram contato em Coromandel e que permite ter uma noção de suas pegadas por essas paragens:
1. O tal Manoel Machado da Silveira Júnior , casado com Maria Joaquina da Glória, que se tornaram compadres de meus 5º avós em 1837 em Santo Antônio do Verde, Goiás, eram vizinhos de quando moravam em Coromandel, de um tal Felisberto Francisco da Fonseca Sobrinho e sua esposa Maria Marcelina da Conceição, que também tinham fazenda em Santo Antônio do Rio Verde, a Fazenda da Barra. Em 1837, em Catalão, os filhos de Manoel Machado batizaram também a filha desse Felisberto.
2. O pai desse Felisberto, o Furriel Francisco, em alguns locais chamado apenas de Francisco, nasceu na famosa Fazenda Olhos d’agua, em Prados, mas viveu em Uberlândia, cujo nome antigo era São Pedro de Uberabinha, na Fazenda Buritis, onde faleceu, por volta de 1841. Em alguns lugares consta como morador de São Domingos de Araxá, mas isso se deve ao fato de que, naquele tempo, Uberlândia estava ligada (eclesiástica e administrativamente) à Freguesia de São Domingos do Araxá. Furriel é reconhecido como um dos doadores das terras para a formação do Patrimônio do que seria hoje a Uberlândia, com esse nome desde 1929. A Fazenda Buritis foi uma das primeiras grandes fazendas de gado da região. O filho Felisberto deve ter vindo de lá para Coromandel. Apesar de seu nome constar em Coromandel, ele se tornou mais conhecido por expandir os negócios da família para o sudeste de Goiás, como consta seu nome em Santo Antônio do Rio Verde.
3. Pois bem, esse tal Felisberto que veio para Coromandel era filho de Furriel como já dito. Mas o grosso da história é que Furriel, entre os tantos irmãos, teve um com uma relação mais estreita com meus 5º avós, o Joaquim Machado de Miranda e Maria Joaquina da Silva, esta descendente de Tiradentes, sua sobrinha-neta. Esse irmão era Eduardo Ferreira da Fonseca, que se casou por volta de 1807 com Antônia, filha de Antônia Rita de Jesus Xavier, minha sétima avó e irmã mais nova de Tiradentes. Ou seja, Antônia, esposa de Eduardo, era tia de minha 5ª avó Maria Joaquina.
Antônia já viúva de Eduardo desde 1832, que conforme boca a boca, morreu de apendicite, se casou com o viúvo de sua irmã Tereza Maria em dezembro de 1849, o Manoel Rodrigues Chaves. Interessante frisar que o casamento aconteceu apenas três meses depois do falecimento de Tereza, que aconteceu em setembro de 1849.
4. Vale frisar também que Manoel Chaves era irmão de Vicência, mãe de minha 5ª avó Maria Joaquina, logo era tio de minha 5ª avó. Esse caso de Antônia e Tereza, foi citado no livro Engenho Velho de Cataguás de Climéia Rezende, mas com alguns erros de idades e datas.
5. Furriel e Eduardo tiveram também outro irmão, o Padre Gonçalo Ferreira da Fonseca, Capelão da Ermida de Olhos D’Água. Foi esse padre quem batizou o primogênito de meus 5º avós, meu tataravô José Machado de Miranda, nessa Capela de olhos d’ água em outubro de 1817 conforme registros paroquiais.
![]() |
| Padre Gonçalo Ferreira da Fonseca, capelão da Ermida Olhos d'água e que batizou José Machado, o filho de meus 5º avós |
1. Vale aqui uma ressalva a um dado incorreto de um Blog, devido, talvez, a tantos nomes iguais na mesma família: o tal Felisberto, filho de Furriel e que veio para Coromandel tinha um irmão, o José Ferreira da Fonseca, cujo Blog diz ser casado com Maria Tereza, a prima de minha 5ª avó Maria Joaquina. Incorreto. O José Ferreira casado com Maria Tereza não era o filho de Furriel, mas o filho de Eduardo e Antônia, conforme comprova o registro do casamento bem legível por sinal. E esses não tinham nada a ver com São Domingos do Araxá.
2. Percebe-se aqui, que eram um povo meio que junto e misturado.
Impossível saber se esse Furriel Fonseca ou seu filho Felisberto influenciaram a vinda de meus 5º avós para essas paragens do Oeste mineiro. Mas é bem provável. Além disso, é importante frisar que São Domingos de Araxá, antigamente denominada Julgado de São Domingos do Araxá, era um ponto estratégico de parada e abastecimento para os tropeiros que seguiam em direção ao Centro-Oeste. Quando as pessoas se deslocavam rumo ao Oeste mineiro era de praxe passar na região, seguindo a tal Picada de Goiás. Logo a comitiva de meus 5º avós passaram por lá sim, e provavelmente pousaram na fazenda Buritis. Mas isso, claro, é só dedução.
Sobre a Fazenda Lacraia , ela inda existe como parte da Fazenda Rio Preto, uma localidade perto do Arraial de Bonsucesso para os lados de Palmitos em Abadia dos Dourados. Fica à margem da estrada que liga Abadia dos Dourados a Lagamar. Se pertence a descendentes, não foi possível saber. Contudo, já vi no Instagram, um Machado posando para foto nessa Fazenda.
Sobre Abadia dos Dourados, antigo Arraial do Garimpo, Minas Gerais onde esses meus 5º avós, Joaquim e Maria Joaquina, viveram seus últimos dias, vale frisar que é uma pequena cidadela com pouco mais de 6000 habitantes, localizada na mesorregião do Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba.
A fundação de Abadia dos Dourados está intimamente ligada ao movimento de garimpeiros que ali chegaram em meados do século XIX, atraídos pelas notícias de jazidas de diamantes às margens do rio Dourados e pela fertilidade das terras. Esses aventureiros foram construindo pequenos ranchos de pau-a-pique, cobertos com folhas de babaçu às margens do rio. Com o desenvolvimento dos garimpos e da agricultura, crescia também a pequena povoação que recebeu o nome de Arraial do Garimpo. Foi construída então a primeira capela, também coberta de folhas de babaçu, dedicada ao culto de Nossa Senhora da Abadia. O nome Abadia dos Dourados veio depois, em 1882, unindo o culto a Nossa Senhora da Abadia à proximidade do rio Dourados, ficou então “Abadia dos Dourados”.
Só para se situar no lugar onde nasceram e viveram esses meus 5º avós Joaquim Machado e Maria Joaquina:Abadia dos Dourados, Lagoa Dourada ( Curralinho dos Machados) e a Vila de Queluz, hoje Conselheiro Lafaiete, acesse os links abaixo:
👉Abadia dos Dourados, Minas Gerais
👉Abadia dos Dourados, Minas Gerais. Vídeo Youtube
![]() |
| Abadia dos Dourados, Minas Gerais |
👉Sobre Curralinho dos Machados, Minas Gerais
![]() |
|
Localidade Curralinhos dos Machados, Minas Gerais- imagem Google maps- detalhe da igreja do Senhor Bom Jesus dos Perdões do lado direito. |
👉Sobre Santo Amaro, hoje Queluzito , Minas Gerais
![]() |
| Igreja Matriz de Santo Amaro em Queluzito, detalhe para a belíssima praça de frente |
![]() |
| Igreja Matriz de Santo Amaro em Queluzito- detalhe do cemitério ao fundo |
![]() |
| Mapa da região onde se situava a Fazenda Piauí, em Santo Amaro, hoje Queluzito |
Joaquim Machado de Miranda e Maria Joaquina da Silva, meus 5º avós se casaram no dia 4 de julho de 1817 em Lagoa Dourada, ou na Vila Real de Queluz e consta que tiveram uma grande descendência, embora sejam citados apenas 5 filhos n o censo de 1838 a saber:
1. José Machado de Miranda meu 4º avô, casado com Rita Carolina de Jesus, avós de meu bisavô Antônio Bonifácio Machado, o vovô Tõe; Casou-se também a primeira vez com Maria José e a terceira com Rita Justina de Jesus. Conforme o censo de 1838, ele tinha 17 anos, mas há uma divergência com relação ao documento de batismo em 1817, o que pela lógica ele teria 21 anos e não 17.
2. Joaquim Machado de Miranda. Conforme censo de 1838, tinha 16 anos.
3. Antônio Machado de Miranda, que faleceu em Coromandel, Minas Gerais, deixando um filho de 4 anos e uma filha de 1 ano, casado com Joaquina Leocádia de Jesus, filha de Rita Carolina, esposa de seu irmão José Machado. Conforme censo de 1838, tinha 15 anos, e pela lógica nascido em 1823. Porém, seu registro de batismo aconteceu em 1820, logo ele nasceu em 1820.
4. Vicência Joaquina de Miranda que faleceu em 1866 também em Abadia dos Dourados, casada com Joaquim Martins Ramos. Conforme o censo de 1838, ela tinha 2 anos de idade.
5. Maria Rosa de Miranda que faleceu em 1860 em Abadia dos Dourados, deixando 1 filho de 3 anos e o mais estranho é que 5 dias depois faleceu também seu esposo João José de Assunção; Conforme o censo de 1838, ela tinha 1 ano de idade.
Interessante observar a diferença de idade das filhas em relação aos filhos, o que leva a refletir o porquê.
Desses filhos, destaco José Machado de Miranda, meu 4º avô ou tataravô, que viveu e faleceu em Abadia dos Dourados, Minas Gerais, especificamente na fazenda Lacraia. Era o avô de Antônio Bonifácio de Machado, o famoso vovô Tõe.
%20%E2%80%A2%20Visualiza%C3%A7%C3%A3o%20do%20Gr%C3%A1fico%20em%20leque%20%E2%80%A2%20%C3%81rvore%20familiar.png)












%20Abadia%20dos%20Dourados%20MG%20%E2%80%93%20Cidade%20para%20passear%20morar%20e%20investir.%20-%20YouTube.png)






Comentários
Postar um comentário