Capitão Severiano Francisco Vargas e Maria Rita do Nascimento
PS.: O Gráfico acima refere-se aos meus ancestrais (4º avós ou tataravós) pelo lado de meu avô paterno Fortunato Machado Rocha (conhecido como Natim) e o avô materno Aristeu Machado Rocha. O ponto de partida é o pai de ambos Antônio Bonifácio Machado. Nessa sequência siga o gráfico na quinta linha de cima para baixo.
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Capitão Severiano Francisco Vargas e Maria Rita do Nascimento
Capitão Severiano Francisco Vargas, meu 4º avô, e avô do vovô Tõe, nasceu em 1815, possivelmente em novembro, pois seu batismo ocorreu no dia 6 de novembro de 1815 no arraial de São João Batista, hoje Morro do Ferro, Minas Gerais. Ele faleceu no dia 1 de dezembro de 1878, um domingo, com 63 anos em Abadia dos Dourados, Minas Gerais. Era filho de José Francisco de Vargas que era agricultor e Mariana Veríssima de Meneses que era fiadeira, que já foram citados antes em 5º avos.
Em 1831 Severiano tinha 16 anos e vivia com os pais, irmãos e mais 15 escravos no arraial de São João Batista, hoje Morro do Ferro, Minas Gerais. Em alguns locais Capitão Severiano aparece com o sobrenome Armondes, inclusive no gráfico genealógico. Não foi possível descobrir a razão. Vale frisar, porém, que em seu inventário prevalece o sobrenome Vargas.
Maria Rita do Nascimento, esposa do Capitão Severiano e minha 4º avó nasceu em 1829, em Bom Sucesso, Minas Gerais, que na época pertencia ao Termo de São João Del Rei, hoje pertence ao município de Oliveira, Minas Gerais. Ela faleceu em Abadia dos Dourados, Minas Gerais após 1878, pois estava viva quando seu esposo Capitão Severiano faleceu nessa data. Era filha de Joaquim Dias de Oliveira Naves e Maria Antônia de São José, já citados antes em 5º avós.
E agora vamos a contextualização dos lugares onde meus 4º avós Capitão Severiano e Maria Rita nasceram, se casaram e viveram, ressaltando que esse processo tem sido importante ao escrever um pouco da história de meus ancestrais, por que o “lugar” está ligado à identidade. Somos conhecidos pelo lugar de onde viemos. Isso é fato. E quando faço esse processo de pesquisar tal lugar em busca dos vestígios dos meus ancestrais, de alguma forma, sinto que ele faz parte de mim também e de minha identidade. O lugar já não me é estranho ainda que nunca tenha colocado os pés lá.
Conforme Inventário de meu 4º avô, o Capitão Severiano, a família vivia na Fazenda de Santa Clara, distrito de Abadia dos Dourados, Minas Gerais. Não se sabe se a fazenda era na localidade de Santa Clara, ou se esse era o nome da fazenda, em razão do uso da preposição “de”. Nos dias atuais ainda existe uma Fazenda Santa Clara que pertence ao município de Abadia dos Dourados, Minas Gerais, porém, não foi possível afirmar se era a mesma daquele tempo.
E agora vou destrinchar o inventário de meu 4º avô, o Capitão Severiano. Um inventário, a meu ver, não é apenas uma partilha de herança, mas também partilha de histórias. Destrinchar um inventário como tenho feito, deixa de ser simplesmente algo genealógico, mas passa a ser uma tarefa de encontrar implícito em cada bem, até mesmo os gestos, as práticas e os hábitos que ficaram perdidos no tempo. É como reconstituir um cenário de história, no qual adentro, pois só assim, ali no seu contexto, é que é possível ter uma visão, se não clara, pelo menos meio que embaçada, do universo dos envolvidos. O inventário, queiramos ou não, tem ali uma presença física e espiritual nas tralhas que vão sendo citadas.
Assim vamos lá: dos bens avaliados de meu 4º avô, o Capitão Severiano, constam em dinheiro do contado, ou seja, dinheiro em espécie, 4:000$000 (quatro contos de reis) que transformados em reais, daria hoje em torno de quase quinhentos mil reais. Era muito dinheiro para se ter assim em casa. Mas com certeza não devia haver bancos ainda em Abadia dos Dourados, Minas Gerais, naquele tempo, embora já existisse bancos no Brasil.
Entretanto, não consta no inventário do Capitão Severiano que ele tinha um cofre. Será que guardava seu dindim debaixo do colchão? Porque antigamente isso era bem comum. E até nos dias atuais ainda existem casos. Quando o tio de meu esposo faleceu, e não faz muito tempo, acharam dinheiro debaixo de seu colchão. Debaixo do colchão é o lugar onde se guarda as coisas mais valiosas. Foi debaixo de um colchão que encontrei o primeiro romance que li e as revistas de fotonovelas de minha tia.
Bem, se meu tataravô não guardava seu dinheiro debaixo do colchão, certamente guardava essa bufunfa toda em uma burra. Não tire conclusões precipitadas, pois burra, nada mais era que o nome dado aos cofres antigos com chaves. Quem não se lembra da famosa frase “encheu as burras”?
Bem, seguindo com o Capitão Severiano, meu 4º avô ou tataravô: consta, como de praxe naquele tempo, utensílios e ferramentas usados na roça e na casa, tais como ferramenta de carpinteiro; foices, ferramenta usada para bater pastos, que eu conheço bem, pois meu pai usava muito e que sempre me levava a pensar “ foi-se o mato”; enxadas velhas; um par de rodas de carro de boi ( seriam uma espécie de roda estepe, ou seja, extra ?); não podia faltar o machado de cortar lenha, sendo que um estava ainda em bom uso e o outro quebrado. Quando pequena, eu ficava pensativa sobre essa ferramenta ter o mesmo nome do sobrenome de minha família, mas meu pai dizia que nosso machado era sem cabo, então eu ficava tranquila. Mas o fato é que até hoje fico fazendo essa relação.
Bem, consta ainda no inventário, uma serra braçal, que naquele tempo, era usada para serrar troncos de árvores e era necessário duas pessoas para manuseá-la, uma ficava em cima e puxava a serra para cima, outra ficava embaixo e puxava a serra para baixo e juntos formavam um contínuo vai e vem, o que me fez lembrar aquela velha musiquinha “ serra, serra serrador, serra o papo do vovô”. Mamãe cantava muito, brincando com meus irmãos mais novos no colo, levando-os para frente e para trás como se estivesse serrando e o bebê ria que quase engasgava. Sempre que eu ouvia essa parlenda ou cantiga, me vinha à mente alguém serrando o pescoço de vovô Natim. Até porque ele foi o avô com quem mais convivi, embora não tivesse papo. Coisas de criança. Enfim...
No inventário consta ainda uma ferramenta de ferrar, o que deduzi ser para casquear e ferrar as patas dos cavalos. Vale frisar que os cascos de um cavalo crescem continuamente se não forem aparados. Além disso, naquele tempo era fundamental ferrar os cavalos para proteger o casco das patas, evitando desgaste e quebra já que percorriam longas distâncias com diferentes tipos de solo. Por isso era comum o ofício de ferrador. E por falar em cavalos, meu tataravô possuía dois, sendo um castanho, aqueles do pelo avermelhado e outro Rosilho. Nada a ver com Tordilho. Ressaltando que o rosilho tem pelos brancos e coloridos (como vermelho, castanho, etc.) misturados, enquanto o tordilho tem pelos brancos e pretos misturados, com predomínio de branco em alguns casos.
Bem, meu tataravô, o Capitão Severiano, parecia não possuir vacas, pois não consta em seu inventário. Nem mesmo para algum queijo? No entanto, tinha 6 bois de carro, sendo um com frieira, ou seja, com infecção causada por fungos nas patas, motivo pelo qual seu preço caiu quase pela metade na avaliação, em relação aos bois sadios. O que não faz uma frieira.
Bem, naquele tempo, era preciso listar tudo no inventário ao que parece, e assim meus olhos foram se deparando pasmos, naquelas linhas quase ilegíveis, com arreios velhos, mesas velhas, caixas velhas, panelas de ferro velhas, tear velho. Tudo velho. O que me fez pensar que nosso cotidiano não passa de tralhas velhas as quais nos apegamos como se fossem bens preciosos. Não fosse assim porque teriam listado no inventário até mesmo um tacho de cobre velho e furado? Tacho furado já era demais, pois que serventia tinha? Mas o fato é que lá estava bem discriminado o dito tacho furado, e fiquei a pensar se tivéssemos revolvido listar no inventário de meu pai ou de minha mãe todas as tralhas da casinha de despejo. Enfim...
E sigamos com as tralhas de meu 4º avô, o Capitão Severiano: além das bugigangas velhas, mas certamente ainda de serventia, consta ainda na relação de bens de meu 4º avô, três rodas de fiar, o que era comum, já que fazia parte dos afazeres das mulheres daquele tempo passarem o dia fiando algodão e lãs. Sei como é, porque minha mãe foi fiadeira, assim como minha irmã Célia Maria e eu. Só que, claro, no século XX, há uns 50 anos. O fato de constar no inventário três rodas de fiar pareceu-me bem lógico já que na casa tinha três mulheres, Maria Rita, minha 4ª avó e as suas duas filhas, Mariana e minha bisavó Idalina. Imagino que mesmo casadas, as filhas se ajuntavam com a mãe para fiar. Ou seriam as escravas que fiavam? Talvez a Bárbara Crioula, a Sabina Crioula, a Francisca Crioula ou a Rita Crioula... Como saber? Escravas? Mas de onde tirei essa ideia? Do inventário, pois lá estava bem detalhado:
1. escrava Bárbara Crioula, solteira com 45 anos;
2. escrava Sabina Crioula, solteira com 43 anos;
3. escrava Francisca Crioula, 41 anos;
4. escrava Rita Crioula de 29 anos, solteira;
5. escrava Eugênia, com 10 anos;
6. escrava Jesuína com 9 anos, filha da escrava Rita;
7. escravo João Crioulo com 23 anos;
8. escravo Joaquim Crioulo com 12 anos;
9. escravo Aleixo Crioulo, filho da escrava Rita, com 11 anos;
10. escravo José Crioulo, com 37 anos;
11. escravo Sebastião com 32 anos;
12. escravo Rafael Crioulo com 27 anos.
Ao todo eram 12, todos registrados no livro de averbação de escravos e valiam uma fortuna, sendo os de meu 4º avô avaliados em torno de 11:400$000 (onze contos e quatrocentos mil réis) ou quase um milhão e quatrocentos mil reais hoje. Uma fortuna, em termos, porque um ser humano não deveria ser avaliado em dinheiro. Contudo, era 1879 não havia ainda sido abolida a escravidão. Só existia a tal Lei do Ventre Livre, assinada em 1871 e que declarava livres os filhos de mulheres escravizadas nascidas no Brasil.
Consta que a partir de 1860, o valor de um escravo triplicou, com certeza em razão da proibição do tráfico negreiro em 1850, mas que só se efetivou a partir de 1856. Várias foram as razões dessa proibição, sobretudo as razões humanitárias e religiosas. Com isso a “mercadoria” humana ia se tornando mais difícil de se conseguir. É a tal lei da oferta e procura. Se falta uma mercadoria, ela sobre de preço. Essa era a realidade mesmo se tratando de seres humanos. Enfim...
Com relação aos bens de raiz, que se refere a imóveis, meu 4º avô, o Capitão Severiano, possuía um sítio velho. Até o sítio era velho? Bem, velho ou não, tinha lá os seus pertences, ou seja, tudo que fazia parte de uma casa na roça naquele tempo, o que não foi listado, exceto um rancho coberto de capim perto de um córrego, mas com certeza, os outros pertences desse sítio era a casa de morar, possivelmente velha, já que foi usado o termo velho para esse sítio. Com certeza tinha monjolo, engenho, senzala já que possuíam escravos...
Ainda com relação aos bens de raiz, consta 2 alqueires, ou quase 10 hectares de cultura na Fazenda (Balsamo?) e um título de terras comprados na Fazenda Santa Clara, onde viviam, pois foi onde os oficiais foram para lavrarem o inventário. Não consta a medida dessa terra, mas imagino ser extensa. Sobre título de terra, vale frisar que era(é) um documento legal que formaliza a posse de um imóvel, comprovando a propriedade de uma pessoa ou entidade sobre o terreno.
Bem, no inventário consta que o Capitão Severiano, meu 4º avô tinha 12 credores, um total de dívidas no total de 4: 282$780 (Quatro contos, duzentos e oitenta e dois mil e setecentos e oitenta réis). Em dias de hoje daria mais de quinhentos mil reais. Então fico a questionar: porque meu 4º avô não abria a tal “burra”, onde tinha dinheiro mofando e quitava essas dívidas? Difícil entender.
O total do inventário (Monte-mor) foi de 17:158$566 (Dezessete contos, cento e cinquenta e oito mil e quinhentos e sessenta e seis réis). Descontando as dívidas, sobrou 12:475$480 (Doze contos, quatrocentos e setenta e cinco mil, quatrocentos e oitenta réis). Metade desse valor dividiu-se com os 9 filhos, cabendo a cada um, 693$099 (seiscentos e noventa e três mil e noventa e nove réis). Para a herdeira Idalina Amada de Jesus, minha 3ª avó, esposa do meu 3º avô Bonifácio Machado de Miranda, coube ao final, dinheiro em espécie, uma mesa velha, parte do título de terras na Fazenda Santa Clara. Não recebeu nenhum escravo como herança.
Ao que tudo indica, na divisão, as tralhas velhas sobraram para a viúva, minha tataravó Maria Rita, inclusive o tacho furado que a meu ver, não tinha serventia. Partilha é partilha. Contudo, as escravas Sabina, Francisca, Eugênia e os escravos Joaquim, José e Rafael. continuaram com ela.
Com relação as dívidas de mais de 4 contos de réis, foram pagas com uma parte do dinheiro do contado, ou em espécie, no valor de 1: 482$ 780( um conto, quatrocentos e oito mil, setecentos e oitenta reis), e o restante com os escravos Rita de 29 anos, Aleixo de 11 anos, e Jesuína de 9 anos. Ou seja, mãe e filhos. Pelo menos tiveram o bom senso de não os separar. Vale frisar que só o escravo Aleixo Crioulo que tinha apenas 11 anos quitou um terço da dívida. Enfim...
Pelo que pude perceber, meus 4º avôs, o Capitão Severiano e Maria Rita, não tinham grandes posses, no sentido de bens de raiz. Apenas a parte de terras em Santa Clara, por exemplo, devia ser maior. Além disso, notei que entre os bens semoventes (móveis) não havia, tipo gado, senão os bois de carro. O que me levou a crer que eles trabalhavam certamente com lavoura, pois que sentido tinha ter tantos escravos senão para trabalhar a terra? E tantas mulheres escravas, porque? Será que cada filha tinha uma mucama particular? Pelo que pude perceber, os escravos eram os bens de maior valor de meus 4º avôs, por ocasião do inventário. Praticamente metade do valor do Monte-mor, e foram eles que o ajudaram a sair do brejo (dívidas), depois de falecido. E só para relembrar, naquele tempo, possuir escravos era praticamente uma obrigação, seja pela mão-de- obra, seja pelo status.
Outra observação no inventário, foi com relação às dívidas desse meu 4º avô: pelas contas, o valor das dívidas era aproximadamente um quarto do Monte-mor. Isso me fez lembrar do ditado popular: “devia até os cabelos da cabeça”. No caso de meu 4º avô, devia um quarto dos fios de seus cabelos. Ou seja, ele estava meio que atolado em dívidas, apesar de uma suposta “burra” com dinheiro vivo.
Agora que repasso a última folha amarelada desse inventário, com suas bordas carcomidas, percebo coisas da vida de meus 4º avós, o Capitão Severiano e Maria Rita, incorporadas ali na tinta meio que borrada dos 146 anos que se passaram. E não são os bens, essas coisas que se dividem em cartórios e cujos selos comprovam propriedades e partilhas. Não é o arreio velho em si mesmo, nem a caixa velha. É o ato de pegar o arreio velho, jogar no lombo do cavalo castanho ou rosilho e sair para a lida. É o ato de abrir a caixa velha e tirar de lá o lençol ou a toalha de algodão, tecidos no tear velho e estender no catre também velho... Esses atos que nenhum cartório mete o focinho, certamente não há quem os inventarie.
O Capitão Severiano Francisco e Maria Rita se casaram no 1 de fevereiro de 1845, um sábado, em Bonsucesso, Minas Gerais, possivelmente na belíssima Igreja de Nossa Senhora do Bom Sucesso, depois de serem dispensados do impedimento de consanguinidade para se casarem, conforme aponta os autos, pois os dois eram primos em 1º grau. Vale frisar que Maria Antônia mãe de Maria Rita, minha 4ª avó, era irmã de José Francisco de Vargas, pai do Capitão Severiano, meu 4º avô. Logo Capitão Severiano e Maria Rita eram primos, ressaltando que naquele tempo era mais comum parentes se casarem entre si.
Severiano Francisco tinha 30 anos em 1845 quando se casou e consta que era morador na Freguesia de Passatempo, Minas Gerais e Maria Rita tinha 16 anos e era moradora em Bonsucesso, Minas Gerais. Interessante observar que eles se casaram em 1845, mas tiveram o primeiro filho em 1853 que é por sinal minha 3ª avó Idalina. Um espaço de 8 anos. Será que Maria Rita, minha 4ª avó teve gestações nesse período e sofreu abortos?
Bem, como consta que Capitão Severiano era morador em Passa Tempo, Minas Gerais, possivelmente o casal foi morar nessa localidade antes de decidirem arrumar as trouxas e virem para Abadia dos Dourados, Minas Gerais. Não se sabe exatamente quando. Se vieram já com todos os filhos ou não. O fato é que vieram e por aqui viveram até falecerem.
O capitão Severiano Francisco e Maria Rita, meus 4º avós ou tataravós, tiveram 9 filhos que constam no inventário de Severiano. As idades referem-se ao ano de 1879, ano do dito inventário.
1. Idalina Amada de Jesus, com 26 anos casada com Bonifácio Machado de Miranda, pais do vovô Tõe
2. Mariana Veríssima de Meneses, com 25 anos, casada supostamente com José Gonçalves Possa;
3. José Francisco Vargas, casado, com 23 anos;
4. Francisco de Paula Vargas, solteiro, com 22 anos
5. Missias Maria de Jesus, com 19 anos, casada depois com Antônio Vicente Ferreira;
6. Serafim Francisco Vargas, com16 anos;
7. Severiano Francisco Vargas, com 13 anos;
8. Belarmino Francisco Vargas, com 10 anos;
9. Joaquim Dias Vargas, com 8 anos.
Destaque para Idalina Amada de Jesus, filha mais velha e minha 3ª avó, casada com Bonifácio Machado de Miranda. Eram pais do famoso vovô Tõe.
Para saber sobre o lugar onde meu 4º avô, o Capitão Severiano nasceu, ou seja, arraial de São João Batista, hoje Morro do Ferro, Minas Gerais, acesse os links abaixo:
Para saber sobre Passa Tempo, Minas Gerais, onde consta que meu 4º avô era morador por ocasião do seu casamento com minha 4ª avó Maria Rita, acesse os links abaixo:
👉Passa Tempo, Minas Gerais. Vídeo Youtube
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| Passa Tempo, Minas Gerais |
Bem, resta imaginar quanto tempo meu 4º avô Capitão Severiano passou em Passa Tempo, Minas Gerais, depois que se casou. Ou será que presenciou os desmandos do Coronel dono da Fazenda Campo Grande, por volta de 1866, ou já tinha “picado a mula” Para Abadia dos Dourados, Minas Gerais? Porém, é fato que já estava em Abadia dos Dourados por volta de 1872, ano que provavelmente, sua filha mais velha, Idalina Amada de Jesus, se casou com Bonifácio Machado de Miranda, pai de Antônio Bonifácio Machado, o vovô Tõe.
E por falar em Abadia dos Dourados, Minas Gerais, para saber mais sobre ela, acesse os links abaixo:
👉Abadia dos Dourados, Minas Gerais
👉Abadia dos Dourados, Minas Gerais. Vídeo Youtube
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| Abadia dos Dourados, Minas Gerais |
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| Resumo do inventário do capitão Severiano, meu m4º avô |
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| Parte da herança que coube à Idalina Amada de Jesus, filha do Capitão Severiano e minha trisavó |
Para ter acesso ao inventário de Capitão Severiano Vargas, meu 4º avô, clique no link abaixo:
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