Salvador Correia da Costa e Antônia Maria da Luz

 


 PS.: 

O Gráfico acima refere-se aos meus ancestrais (8º avós ou octavós) pelo lado de meu avô paterno Fortunato Machado Rocha (conhecido como Natim) e o avô materno Aristeu Machado Rocha.  O ponto de partida é a mãe de ambos, Lídia Feranndes Rocha. Nessa sequência siga o gráfico na primeira linha superior.

 

 


Salvador Correia da Costa, meu 8º avô, nasceu no dia 26 de novembro de 1711 em Lagos, Faro, Portugal e foi batizado no dia 27 de dezembro desse mesmo ano, na mesma localidade. Ele faleceu no Brasil, na antiga Freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Campo Alegre dos Carijós — atual cidade de Conselheiro Lafaiete, Minas Gerais (sem data exata de falecimento registrada). Salvador era filho de Pedro Matoso de Villa-Lobos e Justa Henriques Corrêa de Almeida, também meus 8ºs avós.
 Transcrição do Assento de Batismo de Salvador

1. Transcrição Diplomática (Fiel ao Manuscrito)

Margem: Salvador

Texto: "Salvador filho de Pedro Mattos de V.ª Lobos e de sua casada m.er D. Justa Henriques nasceo em vinte e seys de Novembro de mil setecentos e onze annos, foy baptizado em vinte e sete de Dezembro do dito anno no benfeito de Manoel Landeiro de licença do R.mo Sr. D.or Provizor deste Bispado e se lhes pos os santos oleos nesta igreja sua parochia, foy padrinho o D.or João Vaz Landeiro de que fiz este termo e me assinei. O Co.r Joseph Bap.ta da Costa"

2. Leitura Atualizada

Margem: Salvador

"Salvador, filho de Pedro Matoso de Vila Lobos [Pedro Mattos de V.ª Lobos] e de sua casada mulher Dona Justa Henriques [D. Justa Henriques], nasceu em vinte e seis de Novembro de mil setecentos e onze anos [26/11/1711], foi batizado em vinte e sete de Dezembro do dito ano no benfeito de Manoel Landeiro de licença do Reverendíssimo Senhor Doutor Provedor deste Bispado e se lhes pôs os santos óleos nesta igreja sua paróquia; foi padrinho o Doutor João Vaz Landeiro, de que fiz este termo e me assinei. O Coadjutor Joseph Baptista da Costa."

 

Registro do batismo de Salvador- área circulada

 
 
Antônia Maria da Luz, esposa de Salvador e minha 8ª avó, nasceu provavelmente em setembro de 1711, pois foi batizada no dia 09 desse mês e ano na Freguesia de Santa Catarina, em Lisboa, Portugal. Assim como o marido Salvador, ela faleceu em Minas Gerais, onde hoje é Conselheiro Lafaiete. Antônia era filha de Bartolomeu Gonçalves e Caetana da Luz, que também são meus 8ºs avós

Transcrição do Registro de Batismo de Antônia

    Transcrição do Assento Principado

"Em desasete de Setembro de mil e sete centos e onze baptizei a Maria filha de Bartolomeu Gonçalves e de sua mulher Caetana da Luz. Francisco dos Santos...

Anotação do lado esquerdo:

Maria Na C.r^ma ( crisma) se chamou Antônia

Nota sobre o Nome Maria( Antônia) no registro:

Embora o livro de batismos traga originalmente o nome de Maria — filha de Bartolomeu Gonçalves e de sua mulher Caetana da Luz  —, uma preciosa anotação à margem, feita a pena pelo próprio pároco, esclarece toda a dúvida: "Na Crisma se chamou Antonia". Trata-se de um costume religioso e social frequente na época, em que o sacramento da Crisma funcionava como uma renovação devocional, permitindo a adoção de um novo nome de proteção ou voto familiar. Assim, a jovem batizada como Maria assumiu publicamente o nome de Antônia. Essa descoberta não apenas encerra as divergências entre os nomes Maria e Antônia como reforça a importância irrefutável da leitura minuciosa das notas marginais nos livros paroquiais. Reforça inclusive que o nome da mãe dela não é Catarina e sim Caetana como está bem nítido no registro.

 Outra nota:  Outra nota: se Antônia foi crismada ainda em Santa Catarina, Lisboa, Portugal, isso significa que seus pais vieram para o Brasil depois disso. Considerando que a idade habitual para a crisma naquele tempo era geralmente entre 7 e 12 anos (a chamada "idade da razão"), é certo que vieram entre 1718 e 1725 ou 1730, até porque em 1732 ela já estava se casando no Brasil. Esse período justifica, inclusive, o aumento da imigração para o Brasil em razão da febre do ouro em Minas Gerais.

 
Registro de batismo de Antônia- área circulada

 
Embora tenham vindo de regiões diferentes de Portugal, Salvador e Antônia se encontraram e se casaram em solo mineiro no dia 12 de agosto de 1732, onde hoje é Conselheiro Lafaiete.  Ao que tudo indica, Salvador veio jovem e solteiro, buscando um futuro promissor, assim como os pais de Antônia. Atraídos por incentivos da Coroa Portuguesa ou pela abundância do ouro na Capitania de Minas Gerais, eles prosperaram e se tornaram fazendeiros abastados na região de Carijós. 
Salvador e Antônia eram pais de Jacinta Maria de Figueiredo, minha 7ª avó, casada com o Alferes José Francisco da Silva.
Devido aos casamentos entre parentes comuns na época, Jacinta também aparece também como minha 6ª avó. Isso aconteceu porque, mais à frente na árvore, um bisneto se casou com uma trineta (um casamento de tio com sobrinha). E esses descendentes foram, justamente, os pais da minha bisavó Lídia Fernandes Rocha, esposa de Antônio Bonifácio Machado (vovô Tõe).
 
 

💰 Histórias de Família: Heranças e Acordos de Época

 Outros detalhes sobre a vida de Salvador e Antônia nos ajudam a entender como funcionava a sociedade da época. Conforme consta no FamilySearch, Salvador e Antônia também foram pais de Isabel que faleceu em maio de 1808 sem deixar filhos. Em seu testamento, ela declarou como herdeiro universal de sua fazenda (localizada na Aplicação de Nossa Senhora da Glória, hoje Caranaíba) justamente o Capitão Antônio Vieira da Silva, marido de sua sobrinha Feliciana (mãe do "Leão da Mata").

A fazenda foi deixada de "porteira fechada", incluindo escravos, animais e todos os pertences. Essa herança provavelmente tornou o Capitão Antônio — que já era muito rico — ainda mais poderoso. Isabel também deixou outros legados: algumas oitavas de ouro para quatro sobrinhas e um afilhado, além de uma escrava para outra afilhada.
Contudo, o grosso dos bens ficou mesmo com os pais do "Leão da Mata". O motivo? Eles eram compadres, e Isabel era madrinha de uma das filhas do casal. Fica a dúvida no ar: não teria sido mais justo beneficiar diretamente a afilhada? Enfim... Histórias de família! É fascinante imaginar como nossos ancestrais iam articulando casamentos e heranças naquela época.
🦁 A Incrível Conexão de Salvador e Antônia com o "Leão da Mata"
A história ganha um capítulo fascinante quando analisamos os descendentes desse casal. De acordo com o livro “Genealogia Mineira” de Arthur Rezende, a filha de Salvador e Antônia, Jacinta Maria de Figueiredo (minha 7ª avó), foi mãe de Ana Jacinta de Jesus (minha 6ª tia-avó).
Ana Jacinta casou-se com o Alferes José Pinto Cardoso e eles tiveram uma filha chamada Feliciana Maria de São José. Feliciana (que era bisneta dos meus 8ºs avós Salvador e Antônia) casou-se com o Capitão Antônio Vieira da Silva, um dos maiores e mais ricos fazendeiros da região de Santana do Morro do Chapéu, hoje Santana dos Montes, Minas Gerais. Ele era dono da histórica Fazenda Cachoeira, uma propriedade de 318 alqueires (mais de 1.500 hectares) que ainda existe na localidade.
O fato mais surpreendente é que Feliciana e o Capitão Antônio foram os pais do Major Joaquim Vieira da Silva Pinto, o famoso "Leão da Mata", trineto de Salvador e Antônia, meus 8º avós. E ainda de quebra O " Leão da Mata" foi casado com Maria Balbina que era bisneta de Helena Maria de Jesus, a Ilhoa que era também minha 8ª avó.
Para saber sobre essa conexão acesse o link abaixo: 
 

 

 Como era Lagos em 1725 (O Ano do Suposto Nascimento de Salvador)
  • Status de Capital: Na década de 1725, Lagos não era uma vila qualquer; ela era a orgulhosa capital político-militar de todo o Reino do Algarve. Era ali que ficava a residência oficial dos Capitães-Generais e Governadores.
  • Cenário Urbano: Salvador nasceu em uma cidade fortificada e imponente, protegida por pesadas muralhas medievais e pelo recém-construído Forte da Ponta da Bandeira (de 1680). Suas ruas eram movimentadas por militares, pescadores de atum e coral, e grandes comerciantes marítimos.
  • Atmosfera Social: A infância de Salvador foi ditada pelo vaivém de navios na vasta Baía de Lagos. Era um ambiente cosmopolita, herdeiro direto da Era dos Descobrimentos (onde o Infante D. Henrique centralizou suas navegações), mas também marcado por contrastes profundos, já que a cidade abrigava uma forte tradição de comércio ultramarino.
 O Contexto da Emigração para o Brasil (Antes de 1749)
  • A Febre do Ouro e dos Diamantes: Quando Salvador atingiu a juventude (entre os 18 e 23 anos, por volta de 1743–1748), o Império Português vivia o auge absoluto da corrida pelo ouro em Minas Gerais. A colônia era a terra das oportunidades.
  • A Fuga da Crise: Embora fosse a capital do Algarve, a região sul de Portugal sofria com crises agrícolas frequentes e o declínio de algumas rotas comerciais europeias. Para um jovem ambicioso de Lagos, o porto local ou o porto vizinho de Lisboa eram portas de saída fáceis.
  • O Casamento e o Primeiro Filho (1749): Como o primeiro filho dele no Brasil nasceu por volta de 1749, Salvador deve ter desembarcado na colônia um ou dois anos antes, tempo exato para se estabelecer na região de Queluz (Conselheiro Lafaiete), conhecer Antônia Maria da Luz e contrair as núpcias paroquiais.
 A Curiosidade Histórica: O Livramento de Salvador
Ao decidir cruzar o Atlântico antes de 1749, Salvador escapou da total destruição de sua terra natal.
  • Em 1º de novembro de 1755, o histórico Terremoto de Lisboa gerou um maremoto (tsunami) colossal que atingiu o Algarve em cheio.
  • O mar avançou terra adentro e destruiu quase 100% de Lagos, derrubando as igrejas onde Salvador foi batizado e as casas nobres de sua infância. A destruição foi tão brutal que a cidade perdeu o status de capital para a vizinha Faro. Se Salvador tivesse ficado em Portugal, minha história poderia ter terminado sob os escombros de 1755. O Brasil foi, literalmente, a salvação da linhagem que chegou até mim.

Para saber sobre a localidade onde Salvador, meu 8º avô nasceu acesse os links abaixo:

 👉Lagos, Faro, Portugal 

👉Lagos, Faro, Portugal- Vídeo Youtube 

 

Lagos, Faro, Portugal

 

 
 A Freguesia de Santa Catarina entre 1700 e 1730 ( localidade de nascimento de Antônia
  • A Identidade do Bairro Alto: Santa Catarina do Monte Sinai era uma das freguesias mais vibrantes do lado ocidental de Lisboa. Os seus moradores eram conhecidos na gíria popular como os "Catarinos". Era um bairro que misturava a fidalguia (grandes palacetes de nobres) com a efervescência de artesãos, livreiros e marinheiros. 
  • A Quebra das Muralhas: Na primeira metade do século XVIII, a região passou por uma grande modernização urbana. As antigas "Portas de Santa Catarina" (muralhas medidavais que limitavam a cidade) foram totalmente demolidas para dar espaço à expansão de novas ruas. Antônia nasceu em uma Lisboa que estava derrubando seus muros para crescer.
  • O Cotidiano dos Pais (1711): Quando os pais de Antônia se casaram em 1711, a freguesia tinha pouco mais de 5 mil habitantes. A vida social girava em torno da imponente Igreja de Santa Catarina na Calçada do Combro, famosa por seu grandioso órgão de tubos inaugurado exatamente no início do século XVIII. Foi nessa igreja barroca que os pais dela se uniram e onde ela provavelmente foi batizada. 
A Lisboa de D. João V: O Ouro de Minas Gerais altera a Metrópole
  • A Ostentação Barroca: O período em que Antônia nasceu (1727) coincide com o reinado de D. João V, "O Magnânimo". Lisboa estava inundada pelo ouro e diamantes que vinham justamente de Minas Gerais — a mesma terra para onde o destino levaria Antônia anos mais tarde.
  • O Paradoxo Histórico: Os impostos cobrados sobre o ouro brasileiro financiavam a construção de igrejas cobertas de talha dourada e palácios luxuosos em Lisboa. Antônia cresceu vendo a riqueza do Brasil moldar a sua cidade natal, sem imaginar que ela mesma cruzaria o oceano para fazer a vida na terra de onde saía aquela fortuna.
 O Livramento de Antônia e seus Pais (O Paralelo com Salvador)
Assim como aconteceu com o marido dela, Salvador Correia da Costa (que escapou de Lagos), a migração da família de Antônia para o Brasil foi um verdadeiro ato de sobrevivência.
  • A Tragédia de 1755: Em 1º de novembro de 1755, o devastador Terremoto de Lisboa destruiu o coração do império.
  • O Fim da Santa Catarina Antiga: O tremor e os incêndios subsequentes dizimaram grande parte da freguesia de Santa Catarina. O Convento dos Caetanos e a própria Igreja paroquial onde a família construiu sua história desmoronaram e ficaram em ruínas. 
Quando o chão de Lisboa tremeu e engoliu o passado em 1755, Antônia e seus pais já estavam seguros nas terras firmes de Minas Gerais. O destino os retirou da metrópole condenada para que a linhagem deles florescesse no interior do Brasil. 

 Para saber sobre a localidade onde Antônia, minha 8ª avó nasceu, acesse os links abaixo:

 👉Santa Catarina, Lisboa, Portugal. 

👉Santa Catarina, Lisboa, Portugal. Vídeo: destaque para o Miradouro de Santa Catarina 

 

Miradouro de Santa Catarina, também conhecido como Miradouro de Adamastor.  É o famoso terraço panorâmico em Lisboa. O apelido Adamastor vem da imponente estátua de pedra que fica no centro do miradouro voltada para o Rio Tejo. Adamastor é um personagem criado por Luís de Camões, em “Os Lusíadas”, pra simbolizar o Cabo da Boa Esperança (na época chamado de Cabo das Tormentas) — uma figura gigante e ameaçadora que representava todos os perigos do mar desconhecido. Vale frisar que foi ao lado desse local que existiu a Igreja de Santa Catarina do Monte Sinai, que desabou quase por completo pelo Terramoto de 1755 e foi devorada pelos fogos que consumiram a cidade nos dias seguintes.

 

 

A localidade onde Salvador e Antônia se casaram, viveram e faleceram

O Ponto de Encontro: O Arraial do Campo Alegre dos Carijós (1740-1750)

  • A Encruzilhada da Estrada Real: Quando Salvador (vindo de Lagos) e Antônia (vinda de Lisboa) se instalaram e se casaram na década de 1740, o local chamava-se oficialmente Freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Campo Alegre dos Carijós. Era um dos pontos estratégicos mais vitais de Minas, localizado bem na rota do Caminho Novo da Estrada Real. 
  • O Casamento no Altar dos Carijós: O arraial era um formigueiro humano. O local era o ponto de parada obrigatório onde os viajantes e as tropas de mulas que subiam do porto do Rio de Janeiro descansavam antes de seguir para as áreas de mineração mais profunda. Foi na imponente Igreja Matriz dos Carijós (construída no início do século XVIII) que o algarvio e a lisboeta se uniram perante o altar. 

A Mudança Econômica: O Ouro dá Lugar à Terra (1750-1770)

  • A Decadência das Lavras no Entorno: Se os primeiros anos do casamento deles em Carijós foram marcados pelo vaivém do auge do ouro, as décadas de 1750 e 1760 trouxeram a escassez do metal precioso na colônia.
  • O Nascimento dos Fazendeiros Continentais: Diante da crise mineradora, Salvador e Antônia focaram na agricultura e na criação de gado. A Freguesia dos Carijós tornou-se o grande celeiro agrícola que alimentava a região central de Minas. Eles acumularam sesmarias e escravizados na região, transformando-se em poderosos fazendeiros agrários e fincando as raízes da família no solo mineiro.

 O Fim da Jornada e o Legado de Sangue (1770-1780)

  • A Transição para o Futuro: Nos anos finais da vida do casal (por volta de 1780), a Freguesia dos Carijós já havia se tornado uma das maiores e mais populosas de Minas Gerais. Pouco tempo após a morte deles, em 1790, a região ganharia o título de Real Vila de Queluz (e, no século XX, o nome de Conselheiro Lafaiete).
  • O Ponto de Partida do Sertão: Quando Salvador e Antônia faleceram em Carijós, deixaram um legado consolidado. Seus filhos e netos herdaram propriedades rurais fortes que serviram, gerações mais tarde, como o ponto de partida econômico para que ramos da família (como os Fernandes Rocha) juntassem suas tropas e avançassem sertão adentro para desbravar e fundar fazendas no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba.

  

 Para saber sobre a localidade onde Salvador e Antônio, meus 8 avós viveram, acesse os links abaixo:

👉 Sobre Conselheiro Lafaiete, Minas Gerais 



Conselheiro Lafaiete, Minas Gerais



Matriz Nossa Senhora da Conceição - Conselheiro Lafaiete.
Aproximadamente 130 anos entre as duas fotos.



 

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ÍNDICE E APRESENTAÇÃO

8º avós ou octavós pelo lado de meus avós Fortunato Machado Rocha ( Natim), avô paterno e Aristeu Machado Rocha, avô materno, seguindo a linha ancestral de seus pais Antônio Bonifácio Machado (vovô Tõe) e Lídia Fernandes Rocha

3º avós ou trisavós pelo lado de vovô Fortunato (Natim) e vovô Aristeu, seguindo a linha ancestral de seus pais Antônio Bonifácio Machado e Lídia Fernandes Rocha, bem como 3º avós pelo lado de Valdomira Barbosa sucupira, esposa de Fortunato Machado Rocha ( Natim) e 3º avós pelo lado de Divina Frutuoso Soares, esposa de Aristeu Machado Rocha